quinta-feira, 21 de julho de 2011

Programa Mãos que Ajudam realiza ação de doação de sangue e conscientização na região de Campinas

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Doar sangue é um ato de solidariedade que pode salvar muitas vidas. Com o objetivo de aumentar o volume dos bancos de sangue dos hospitais públicos da região de Campinas, membros e amigos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias participam da ação de doação de sangue e conscientizam a população a respeito da importância da prática. São mais de 650 voluntários, em quase 30 cidades do interior paulista. Em Campinas, as coletas ocorrem nos sábados 23 e 30 de julho, no Hemocentro da Unicamp, a partir das 8h.

Diariamente, milhares de pessoas precisam de uma transfusão de sangue devido a acidentes ou doenças, como a hemofilia e alguns tipos de anemia. No Brasil são coletadas 3,5 milhões de bolsas de sangue por ano, mas o Ministério da Saúde deseja alcançar a meta de 4 milhões de bolsas até 2012, para se aproximar dos padrões recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – 5,7 milhões de bolsas de sangue coletadas por ano. 

O projeto acontece durante todo o mês de julho e faz parte do Mãos que Ajudam, programa permanente de ajuda humanitária e serviço comunitário, mantido pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Além de Campinas, as ações de coleta de sangue e conscientização também ocorrem em Hortolândia, Americana, Sumaré, Itatiba, Jundiaí, Piracicaba, Rio Claro, Mogi Mirim, Mogi Guaçu, Indaiatuba, Cosmópolis, Santa Bárbara d'Oeste, Amparo, Serra Negra, Pirassununga, Leme, Pedreira, Valinhos, Vinhedo, Jaguariúna, Paulínia. 

O Mãos que Ajudam é realizado no Brasil desde 2001, e já desenvolveu centenas de ações, como doações de roupas hospitalares, reforma de escolas públicas e entrega de kits para bebês. Ao todo, mais de um milhão de pessoas já estiveram envolvidas nos projetos.

Serviço
Coleta de sangue e conscientização em Campinas
Dias: 23 e 30 de julho
Horário: 8h às 12h 
Local: Hemocentro da Unicamp (Rua Carlos Chagas, 480, Barão Geraldo)

 
Fonte: http://murilovisck.blogspot.com/

PERMANECER ATÉ O FIM

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Como mencionado acima, fé, arrependimento, batismo e dom do Espírito Santo ("Os Primeiros Princípios e Ordenanças do Evangelho") não são suficientes para garantir a salvação; depois destes passos iniciais é requerido um compromisso contínuo para o progresso pessoal. Este compromisso, que os mórmons chamam de "permanecer até o fim", inclui tanto mudanças interiores quanto mudanças exteriores. Interiormente, temos que buscar mudar os nossos corações para alinhar a nossa vontade com a vontade de Deus. Essa mudança vem à medida que desenvolvemos fé em Jesus Cristo. Exteriormente, temos que fazer boas obras ao escolher guardar os mandamentos que Deus tem revelado através de Seus profetas e apóstolos antigos e modernos. Em vez de tentar achar uma religião que "melhor bate" com nosso estilo de vida ou "escolher" quais normas religiosas aceitaremos (religião a la cart), devemos ativamente buscar a vontade de Deus e fazê-la. Deus abençoa aqueles que permanecem fiéis até o fim ao esforçarem-se tanto a desenvolver sua fé em Cristo quanto a guardar os Seus mandamentos.
Scriptures(Escrituras: Salvação pela Fé e pelas Obras)
A ênfase Mórmon em guardar os mandamentos não deve ser mal-interpretada. Especificamente:
  • Mórmons não acreditam que a meta do homem deve ser "ganhar os benefícios de Deus" ao fazer a Sua vontade, nem temos uma atitude de "obrigar" Deus a nos salvar ou de "ganhar" a nossa própria salvação através de nossas boas obras, como alegam alguns; ao contrário, vemos Deus como um Pai bondoso e perfeitamente misericordioso que já nos ama além de nossa compreensão mortal e está ansioso para ver cada um de nós alcançar nosso maior potencial. Além de ser perfeitamente misericordioso Ele é também perfeitamente justo. A salvação vem tanto pela misericórdia perfeita quanto pela justiça perfeita.
    • Para satisfazer a lei da misericórdia, Jesus Cristo se ofereceu para pagar—ou expiar—por nossos pecados. Como pecadores, nenhum de nós é digno de voltar à presença de Deus. Jesus Cristo expiou as nossas fraquezas. Na Sua misericórdia infinita, Ele fez com que fosse possível para nós retornarmos à presença de Deus mesmo com nossas imperfeições, se nos arrependermos e tivermos fé nEle.
    • Para satisfazer a lei da justiça, no entanto, Deus não nos livra de nossa responsabilidade pessoal. Como um Deus justo, o nosso Pai requer que façamos tudo que pudermos—mesmo sendo insuficiente—para alcançar o nosso real potencial. Deus não seria justo se permitisse que Seu filho pagasse por nossos pecados sem requerer que nós fizéssemos o nosso melhor para evitar o pecado em primeiro lugar.
  • Embora os mórmons acreditem que Deus abençoará aqueles que se esforçam para guardar os Seus mandamentos, estas bênçãos nem sempre vêm nessa vida, e quando de fato vêm geralmente são espirituais em vez de materiais. Conheço muitos membros fiéis da igreja que têm vidas difíceis. A sua dedicação em guardar os mandamentos de Deus nem sempre faz leves os seus fardos físicos, mas esta dedicação dá sim a força espiritual para agüentar as dificuldades desta vida e a esperança de uma recompensa eterna na vida vindoura.
Com esse pano de fundo, exploraremos alguns dos mandamentos que Deus tem revelado através de Seus profetas e apóstolos antigos e modernos.

A Palavra de Sabedoria

Na primeira metade do século XIX, muitos mórmons mastigavam tabaco, inclusive o profeta Joseph Smith. Emma Smith, a esposa de Joseph, reparou que palestras sobre Cristo e Seu evangelho eram freqüentemente interrompidas quando os membros da igreja paravam para cuspir tabaco no chão. Ela questionou a prática —especialmente porque era ela que limpava— e então sugeriu que Joseph pedisse mais instruções a Deus. O que seguiu foi uma revelação chamada pelos Mórmons de "a Palavra de Sabedoria".

Embora inicialmente dada por Deus como apenas um conselho—talvez para dar aos membros da igreja tempo para vencer vícios difíceis—Deus depois fez com que a Palavra de Sabedoria se tornasse um mandamento e a aumentou quando necessário. A Palavra de Sabedoria diz que membros da igreja devem evitar substâncias viciadoras. Especificamente, menciona:
  • Tabaco, inclusive cigarros e tabaco de mastigar.
  • "Bebidas fortes", significando bebidas com álcool.
  • "Bebidas quentes", significando café e chá preto.
  • Carne em excesso.
  • Drogas.
Além disso, a Palavra de Sabedoria também incentiva os membros da igreja a comer ervas, frutas e grãos.

Deus promete bênçãos físicas e espirituais aos que seguem esta Palavra de Sabedoria. Embora não conhecidos pelos membros da igreja no século XIX, a ciência tem comprovado os benefícios físicos de muitos das recomendações da Palavra de Sabedoria. De fato, estudos epidemiológicos indicam que os Mórmons nos Estados Unidos vivem, na média, alguns anos mais do que seus compatriotas. A Palavra de Sabedoria também traz bênçãos espirituais; com a mente livre de vícios, a influência do Espírito Santo pode ser sentida com maior facilidade.

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Jejum

O jejum, praticado desde os tempos do Velho Testamento, é voluntariamente deixar de comer e beber com o propósito de se aproximar mais de Deus. Embora os membros da igreja sejam livres para jejuar em qualquer momento em que precisem de força espiritual, o primeiro domingo de cada mês é designado como o "domingo de jejum". Neste dia:
  • Membros da igreja se abstêm de duas refeições consecutivas, doando o dinheiro que teriam gastado na comida, ou mais se suas condições financeiras permitem, a programas da igreja que cuidam dos pobres. Esta contribuição aos pobres se chama "oferta de jejum".
  • Jejum é acompanhado por oração na qual membros da igreja pedem força e/ou agradecem a Deus pelas bênçãos recebidas.
  • Neste primeiro domingo, os membros da igreja também têm a oportunidade de declarar a sua fé em frente da congregação local se assim quiserem, uma prática chamada "prestar testemunho".
Scriptures(Escrituras: Jejum)

Dízimo

Na primeira metade do século XIX, mórmons adotaram um sistema econômico comunal chamado de "a Ordem Unida". Membros da igreja davam tudo que ganhavam à igreja e a igreja então redistribuía estes ganhos de acordo com as necessidades de cada membro. Alguns destes primeiros mórmons, no entanto, faltando a dedicação requerida, resistiam este sistema. Deus, reconhecendo que a igreja não estava preparada para esta lei maior, mandou que adotássemos o capitalismo. Em lugar da Ordem Unida, Deus estabeleceu os mandamentos gêmeos de dízimo, feito para cuidar das necessidades financeiras da igreja, e o programa de ofertas de jejum (descrito em cima), feito para cuidar das necessidades financeiras dos pobres.

Dízimo (10% daquilo que se ganha) é uma oferta financeira dada a Deus através da igreja. Como muitos dos mandamentos de Deus, a prática originou na época do Velho Testamento. O dízimo é usado para construir capelas e templos, para bancar o programa missionário da igreja e em geral para edificar e fortalecer o que mórmons consideram ser o reino de Deus na terra.
Scriptures(Escrituras: Dízimo)
Uma característica distinta da igreja SUD é que o dízimo não é usado para pagar "o salário do pastor". Com poucas exceções, membros do clérigo SUD não são remunerados. O clérigo mórmon é composto de membros da igreja que doam o seu tempo sem cobrar nada, na esperança de fortalecer a igreja que amam. Em vez de pagar os salários de membros do clérigo, o dízimo é usado para propósitos que beneficiam a comunidade mórmon em geral, em harmonia com a filosofia original da "Ordem Unida" do século XIX.

Freqüentar a Igreja

Deus mandou que Seus filhos se reunissem freqüentemente; congregações mórmons se reúnem uma vez por semana, no domingo. Freqüentar a igreja regularmente traz bênçãos que não são possíveis quando membros da igreja adoram só em casa.
  • O sacramento, uma ordenança sagrada chamada por algumas religiões de "a ceia do Senhor", é administrado às congregações mórmons durante as reuniões semanais. O sacramento serve para renovar as promessas batismais; membros da igreja recebem a influência do espírito de Deus ao se comprometerem a lembrar do sacrifício de Cristo, tomar sobre si o Seu nome e guardar os Seus mandamentos. Renovar estas promessas sagradas com freqüência traz contínua força espiritual.
  • Já que a igreja SUD não tem um clérigo remunerado, membros da igreja voluntariamente aceitam várias responsabilidades eclesiásticas, ou "chamados". Ao cumprir os seus chamados, mórmons servem tanto a Deus quanto aos irmãos. Este serviço traz força espiritual e ajuda-os a sentir que são uma parte, mesmo pequena, da grande obra de Deus nestes últimos dias. Ao servir a Deus e aos Seus filhos, nosso amor por eles aumenta de maneira que não seria possível se ficássemos em casa todo domingo.
  • Embora Deus certamente possa comunicar conosco diretamente, Ele freqüentemente escolhe ensinar-nos por meio de outros. Ao freqüentar a igreja regularmente, os mórmons beneficiam-se de introspecções, entendimento e sentimentos dos outros membros da igreja. Além disso, o senso de comunidade que é adquirido ao freqüentar regularmente a igreja muitas vezes ajuda os membros a manter a sua fé mesmo em tempos difíceis.
  • O corre-corre constante da vida moderna muitas vezes embaça as nossas mentes com as preocupações do mundo, fazendo com que percamos a nossa ênfase em Cristo e no Seu evangelho. Embora membros da igreja sejam incentivados a reservar tempo para orar e estudar as escrituras em casa, reuniões semanais da igreja também são cruciais para lembrar-nos daquilo que é realmente importante na vida.
Mormon fellowship Alguns fazem o erro de ver a igreja como se fosse um clube religioso social. Quando amizades chaves enfraquecem ou irritações sociais aparecem, eles deixam de freqüentar a igreja. Em vez de freqüentar a igreja por razões sociais, devemos freqüentá-la por causa de nosso desejo de adorar a Deus e de nos fortalecer espiritualmente. Independente de quão chato é fulano de tal—qual congregação de qualquer denominação não tem um membro chato ou outro?—Deus mandou que fôssemos membros ativos da igreja e nosso amor por Ele deve nos incentivar a obedecer este mandamento. No fim, o Senhor nos julgará baseado em nossa dedicação individual. Duvido que Ele aceite desculpas como aquelas em que procuramos culpar os hábitos irritantes dos outros ou o fim de uma amizade como uma explicação a nossa inatividade. Tendo dito isso, no entanto, saiba que os mórmons são conhecidos por ser um povo muito amigável. Embora quaisquer benefícios sociais que vêm de freqüentar a igreja devam ser secundários ao desejo de adorar a Deus, as amizades maravilhosas freqüentemente formadas entre os membros da igreja são tanto gratificantes quanto promovedoras de fé.
Scriptures(Escrituras: Freqüentar a Igreja)

Os Mórmons se Opõem à Fornicação e ao Adultério

Os mórmons acreditam que relações íntimas antes do casamento, inclusive sexo (fornicação), toques, masturbação e pornografia, são contrários à vontade de Deus. Da mesma forma, ter relações íntimas com alguém além do cônjuge depois do casamento (adultério) é também considerado um pecado sério. Ao usar o nosso livre arbítrio—a nossa habilidade de escolher entre o certo e o errado—para escolher nos entregarmos somente àquela pessoa com quem estamos preparados a assumir um compromisso completo e marital, mostramos o nosso amor para com Deus e para com o nosso cônjuge (futuro). Gosto de pensar que este "compromisso com compromisso" faz os mórmons um povo particularmente romântico!
Scriptures(Escrituras: Fornicação e Adultério)
Para proteger contra a imoralidade, a igreja SUD aconselha os seus membros a esperarem até completar 16 anos de idade antes de namorar, uma idade em que a maioria tem a maturidade de fazer decisões sábias. Encontros em grupo são preferidos durante os primeiros anos de namoro. Como jovens adultos, os mórmons começam a pensar em casamento e o namoro em casal se torna mais comum. Durante esta época de namoro em casal a tentação naturalmente aumenta; namorados mórmons recebem conselho de seus líderes eclesiásticos para fortalecer a sua dedicação de esperar até depois do casamento.

Como é o caso com quase todos os pecados, mórmons acreditam que pode arrepender-se de fornicação ou adultério graças ao sacrifício expiatório de Cristo. Membros da igreja que já fornicaram ou adulteraram, mas que já andaram o caminho muitas vezes árduo do arrependimento podem gozar de todos os benefícios de ser membro da igreja. Este princípio de arrependimento é particularmente importante para os que querem se converter ao mormonismo, muitos de quais nunca apreciaram a importância da castidade antes de terem encontrado a igreja e seus ensinamentos. Tais conversos também podem gozar de todas as bênçãos de ser membros da igreja.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

LUTO

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Nosso blog estará em recesso nos próximos dias pois hoje faleceu minha Vó, e devido ela ter me criado estarei resolvendo alguns problemas pessoas mais continue lendo nossos artigos pois tem muita coisa boa pra se ler.

Até mais...

domingo, 17 de julho de 2011

A ORGANIZAÇÃO DO SACERDÓCIO

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A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é governada pelo sacerdócio. O sacerdócio, que está sempre associado à obra de Deus, "continua na igreja de Deus em todas as gerações e não tem princípio de dias nem fim de anos" (D&C 84:17). Ele está sobre a Terra hoje. Homens jovens e adultos são batizados na Igreja e, quando são considerados dignos, são ordenados no sacerdócio. Eles recebem autoridade para agir pelo Senhor e fazer Sua obra na Terra.

O sacerdócio está dividido em duas partes: o Sacerdócio de Melquisedeque e o Sacerdócio Aarônico (ver D&C 107:1). O sacerdócio maior é o Sacerdócio de Melquisedeque. Há muito tempo, foi chamado de "o Santo Sacerdócio Segundo a Ordem do Filho de Deus", mas foi mudado para que o nome do Senhor não fosse usado com tanta freqüência. A Igreja nos dias antigos chamou-o de "Sacerdócio de Melquisedeque", sendo este Melquisedeque um grande sumo sacerdote que viveu nos tempos de Abraão. (Ver D&C 107:2-4.)

O sacerdócio menor é um apêndice do Sacerdócio de Melquisedeque. Chama-se Sacerdócio Aarônico porque foi conferido a Aarão e a seus filhos por todas as gerações. Os que possuem o Sacerdócio de Aarão têm autoridade para administrar as ordenanças externas de arrependimento e batismo. (Ver D&C 107:13-14, 20.)

Os que possuem o Sacerdócio de Melquisedeque têm o poder e autoridade para conduzir a Igreja e para dirigir a pregação do evangelho em todas as partes do mundo. São responsáveis por todos os trabalhos espirituais da Igreja (ver D&C 84:19-22). Eles dirigem os trabalhos feitos nos templos; presidem alas, ramos, estacas e missões; curam os doentes; abençoam as crianças e dão bênçãos especiais aos membros da Igreja. O Profeta escolhido do Senhor, o Presidente da Igreja, é o sumo sacerdote que preside o Sacerdócio de Melquisedeque. (Ver D&C 107:65-67.)

"Há uma diferença entre sacerdócio e `chaves' do sacerdócio. Um sacerdote em uma ala tem poder suficiente para batizar, mas não tem direito de realizar essa ordenança até que tenha sido autorizado pelo bispo. O bispo tem as "chaves" para administrar os negócios dentro de sua jurisdição eclesiástica. Conseqüentemente, ele é a pessoa que pode dar ao sacerdote permissão para batizar.

O presidente e profeta da Igreja tem as chaves do sacerdócio para administrar todos os assuntos espirituais e temporais da Igreja. É seu direito delegar aos presidentes de estaca, bispos, patriarcas e outros as chaves pertencentes aos ofícios específicos em determinadas áreas geográficas.

O Presidente Joseph F. Smith ensinou o seguinte sobre o assunto:

`Todo (homem) que é ordenado a qualquer grau do Sacerdócio recebe essa autoridade. Todavia, é necessário que todo ato desempenhado sob essa autoridade o seja na ocasião e local adequados, da maneira correta e de acordo com a ordem certa. O poder para dirigir esses trabalhos constitui-se nas chaves do Sacerdócio.' [Doutrina do Evangelho, p. 121] [Melvin R. Brooks, L.D.S. Reference Encyclopedia, (Enciclopédia de Referência SUD) p. 393]

Quando o Sacerdócio Aarônico é conferido a um homem ou rapaz este é ordenado a um ofício desse sacerdócio. Os ofícios do Sacerdócio Aarônico são: diácono, mestre, sacerdote e bispo. Cada ofício possui deveres e responsabilidades. Cada grupo ou quorum é presidido por um líder de grupo ou presidente de quorum que ensina aos membros os seus deveres e lhes pede que cumpram designações. Alguns homens entram para a Igreja ou se tornam ativos após haverem passado a idade usual de recebimento dos ofícios do sacerdócio. Normalmente, são ordenados a um ofício no Sacerdócio Aarônico e podem logo ser avançados para ofícios mais altos, caso se mostrem dignos.

Um rapaz que foi batÍ7ado e confirmado membro da Igreja e é digno poderá ser ordenado ao ofício de diácono, quando tiver doze anos de idade. Os diáconos são geralmente designados a passar o sacramento aos membros da Igreja, a servir como recepcionistas, a ajudar na conservação dos edifícios e áreas da Igreja, a agir como mensageiros do sacerdócio e a cumprir designações especiais tais como receber ofertas de jejum.

Um rapaz digno pode ser ordenado mestre quando tiver quatorze anos de idade ou mais. Os mestres possuem todos os deveres, direitos e poderes dos diáconos, e mais alguns. Os mestres do Sacerdócio Aarônico devem ajudar os membros da Igreja a viver os mandamentos. (Ver D&C 20:53-59.) Para ajudar a cumprir essa responsabilidade, são geralmente designados como mestres familiares. Visitam lares dos membros da Igreja, encorajando-os a viver os princípios do evangelho e são mandados a ensinar as verdades do evangelho contidas nas escrituras. (Ver D&C 42:12.) Os mestres também preparam o pão e a água para os serviços sacramentais.

Um rapaz digno pode ser ordenado sacerdote quando tiver dezesseis anos de idade ou mais. Os sacerdotes possuem todos os deveres dos ofícios de diácono e mestre, e mais alguns (ver D&C 20:46-51). Um sacerdote pode batizar, administrar o sacramento e ordenar outros sacerdotes, mestres e diáconos. Pode também encarregar-se de reuniões, quando não houver um portador do Sacerdócio de Melquisedeque presente. Deve, ainda, ensinar o evangelho para aqueles que estão ao seu redor.

O bispo é ordenado e designado para presidir o Sacerdócio Aarônico de uma ala. Ele é o presidente do quorum de sacerdotes. (Ver D&C 107:87-88.) Quando age no seu ofício do Sacerdócio Aarônico, o bispo lida principalmente com os assuntos materiais, tais como administração de finanças e registros e os cuidados com os pobres e necessitados (ver D&C 107:68).

O bispo também é ordenado sumo sacerdote, de modo a presidir todos os membros da ala (ver D&C 107:71-73; 68:15). O bispo é um juiz em Israel (ver D&C 107:74) e entrevista os membros para que estes recebam recomendações para o templo, ordenações no sacerdócio e outras necessidades. É seu direito ter o dom do discernimento.

Os ofícios do Sacerdócio de Melquisedeque são élder, sumo sacerdote, patriarca, setenta e Apóstolo.

Os élderes são chamados para ensinar, expor, exortar, batizar e zelar pela Igreja. (Ver D&C 20:42.) Todos os portadores do Sacerdócio de Melquisedeque são élderes e possuem a autoridade de conceder o dom do Espírito Santo pela imposição das mãos. (Ver D&C 20:43.) Os élderes devem dirigir as reuniões da Igreja conforme inspirados pelo Espírito Santo. (Ver D&C 20:45; 46:2.) Os élderes podem administrar aos doentes (ver D&C 42:44), devem abençoar criancinhas (ver D&C 20:70) e podem presidir as reuniões da Igreja quando não houver um sumo sacerdote presente. (D&C 107:11)

O sumo sacerdote pode receber autoridade para oficiar na Igreja e encarregar-se das coisas espirituais. (Ver D&C 107:10, 12.) Pode também oficiar em todos os ofícios menores. (Ver D&C 68:19.) Os presidentes de estaca, de missão, sumos conselheiros, bispados e outros líderes da Igreja são ordenados sumos sacerdotes.

Os patriarcas são ordenados pelas Autoridades Gerais ou pelos presidentes de estaca, quando são autorizados pelo Conselho dos Doze, para darem bênçãos patriarcais especiais aos membros da Igreja. Essas bênçãos nos fazem entender um pouco a respeito de nosso chamado na Terra. São a palavra do Senhor dada pessoalmente a nós. Os patriarcas também são ordenados sumos sacerdotes. (Ver D&C 107:39-56.)

Os setenta são testemunhas especiais de Jesus Cristo para o mundo e ajudam na edificação e direção da Igreja. (Ver D&C 107:25, 34, 38, 93-97.)

Um Apóstolo é uma testemunha especial de Jesus Cristo em todo o mundo. (Ver D&C 107:23.) Os Apóstolos administram os negócios da Igreja em âmbito mundial. Os que são ordenados ao ofício de Apóstolo no Sacerdócio de Melquisedeque são geral-mente designados como membros do Conselho dos Doze Após-tolos. A cada um deles são dadas as chaves do reino de Deus na Terra, mas apenas o Apóstolo sênior, que é o Presidente da Igreja, exerce ativamente todas as chaves. Os outros agem sob sua direção.

O Senhor instruiu os portadores do sacerdócio a organizarem-se em quoruns. Um quorum é um corpo de irmãos que possuem o mesmo ofício no Sacerdócio.
Existem três quoruns no Sacerdócio Aarônico:

1. O quorum dos diáconos, que consiste em até doze diáconos. (Ver (D&C 107:85.) A presidência do quorum dos diáconos é chamada pelo bispo dentre os membros do quorum;
2. O quorum dos mestres, que consiste em até vinte e quatro membros. (Ver D&C 107:86.) A presidência do quorum dos mestres é chamada pelo bispo dentre os membros do quorum;
3. O quorum de sacerdotes, que consiste de até quarenta e oito sacerdotes. (Ver D&C 107:88.) 

É presidido pelo bispo da ala ao qual o quorum pertence. O bispo é um sumo sacerdote, e dessa forma pertence também ao quorum dos sumos sacerdotes.
Sempre que se ultrapassar o número de membros especificado
para um quorum, este pode ser dividido.

Nas estacas de Sião existem os seguintes quoruns do Sacerdócio de Melquisedeque:

Cada quórum de élderes é "instituído para ministros permanentes; no entanto, poderão viajar, não obstante serem ordenados ministros estacionários". (D&C 124:137) A maior parte de seu trabalho é realizado perto dos seus lares. O quórum deve ser composto de no máximo noventa e seis élderes, presidido por uma presidência do quórum chamada pelo presidente da estaca.

Cada quórum inclui todos os sumos sacerdotes que vivem dentro dos limites de uma estaca, inclusive patriarcas e bispos. O presidente da estaca e seus conselheiros são a presidência desse quórum. Os sumos sacerdotes de cada ala são organizados num grupo e dirigidos por um líder.

Quando ordenado ao sacerdócio, um homem ou rapaz torna-se automaticamente membro de um quórum do sacerdócio. Daí para frente, por toda a vida, espera-se que ele permaneça como membro de um quórum do sacerdócio, de acordo com o seu ofício. [Ver Boyd K. Packer, "O Quórum", em Fortalece a Teus Ir-mãos (Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque), pp. 142-48.]

Se o quórum do sacerdócio funcionar de maneira correta, os membros do quórum serão encorajados, abençoados, integrados e ensinados a respeito do evangelho por seus líderes. Embora um homem possa ser chamado para um cargo e também desobrigado de designações na Igreja (como professor, bispo, sumo conselheiro ou presidente de estaca) não há alteração em sua condição de membro do quórum. Ser membro de um quórum do sacerdócio deve ser considerado um privilégio sagrado.

Escrituras Adicionais

  • Alma 13:1-19 (maneira pela qual os homens eram ordenados ao sacerdócio)
  • Hebreus 7:11-13 (o Sacerdócio de Melquisedeque restaurado na vinda de Cristo)
  • Mateus 16:19; D&C 68:12 (poder dado aos Apóstolos; o que eles selam na Terra é selado nos céus)
  • D&C 20:38-67 (deveres dos élderes, sacerdotes, mestres, diáconos)
  • D&C 84; 107 (revelações sobre o sacerdócio)
  • I Coríntios 12:14-31 (todos os ofícios do sacerdócio são importantes)     

SACERDÓCIO

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O Sacerdócio é o poder e autoridade de Deus. Por Seu poder sacerdotal, foram criados os céus e a Terra. Por esse mesmo poder, o universo é mantido em perfeita ordem. Por esse poder, Ele realiza Sua obra e glória que é "proporcionar a imortalidade e a vida eterna ao homem" (Moisés 1:39).

O Pai Celestial compartilha Seu poder com os homens dignos da Igreja. O Sacerdócio os capacita a agir em nome de Deus pela salvação da família humana. Por intermédio desse poder, podem ser autorizados a pregar o evangelho, administrar as ordenanças de salvação e governar o reino de Deus sobre a Terra.

Precisamos ter autoridade do Sacerdócio para agir em nome de Deus, realizarmos ordenanças sagradas do evangelho, tais como batismo, confirmação, administração do sacramento e casamento no templo. Se um homem embora sincero, não possuir o sacerdócio, o Senhor não reconhecerá as ordenanças realizadas por ele. (Ver Mateus 7:21-23.) Essas ordenanças importantes devem ser realizadas na Terra por homens que possuam o sacerdócio.

Os homens precisam do sacerdócio para presidir a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e para dirigir o trabalho da Igreja, em todas as partes do mundo. Quando Cristo viveu na Terra, escolheu Apóstolos e ordenou-os para que pudessem conduzir Sua Igreja, e deu-lhes o poder e autoridade do sacerdócio para agirem em Seu nome. (Ver Marcos 3:13-15; João 15:16.)

Uma outra razão por que o sacerdócio é necessário na Terra é para que entendamos a vontade do Senhor e realizemos Seus propósitos. Deus revela Sua vontade ao Seu representante autorizado do sacerdócio na Terra, o profeta. O profeta, que é o Presidente da Igreja, serve como porta-voz de Deus para todos os membros da Igreja e para todo o povo da Terra.
O Senhor preparou uma maneira organizada de dar Seu sacerdócio aos Seus filhos na Terra. Um homem digno membro da Igreja, recebe o sacerdócio "pela imposição das mãos, por quem possua autoridade para pregar o Evangelho e administrar as suas ordenanças." (Regras de Fé 1:5)

Essa é a mesma forma com que os homens recebiam o sacerdócio há muito tempo, até mesmo nos dias de Moisés: "E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão." (Hebreus 5:4) Aarão recebeu o sacerdócio de Moisés, seu líder do sacerdócio. (Ver Êxodo 28:1.) Somente os que possuem o sacerdócio podem ordenar outros.

Os homens não podem comprar ou vender o poder e autoridade do sacerdócio, nem tomá-la para si mesmos. No Novo Testamento, lemos sobre um homem chamado Simão, que viveu quando os Apóstolos de Cristo presidiam a Igreja. Simão converteu-se e foi batizado na Igreja. Como era um mágico muito habilidoso, o povo acreditava que ele possuía o poder de Deus. Mas Simão não tinha o sacerdócio e sabia disso.

Simão tinha conhecimento de que os Apóstolos e outros líderes do sacerdócio da Igreja possuíam o verdadeiro poder de Deus. Viu-os usando o sacerdócio para fazer a obra do Senhor e desejou esse poder para si mesmo, oferecendo-se para comprá-lo. (Ver Atos 8:9-19.) Mas Pedro, o principal dos Apóstolos, disse: "O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro." (Atos 8:20)

O Sacerdócio deve ser usado para abençoar a vida dos filhos do Pai Celestial aqui na Terra. Os portadores do sacerdócio devem presidir com amor e bondade. Não devem forçar a família e outros a obedecer-lhes. O Senhor nos disse que o poder do Sacerdócio não pode ser controlado exceto em retidão. (Ver D&C 121:36.) Quando tentamos usar o sacerdócio para ganhar riquezas, fama ou quaisquer outros propósitos egoístas "eis que os céus se afastam; o Espírito do Senhor se magoa; e, quando se afastam, amém para o sacerdócio ou autoridade daquele homem." (D&C 121:37)

Quando um homem usa o sacerdócio "com persuasão, com longanimidade, com mansuetude e ternura, e com amor não fingido" (D&C 121:41), pode fazer muitas coisas maravilhosas por sua família e pelos outros. Pode batizar e confirmar, administrar o sacramento, abençoar doentes e dar bênçãos do sacerdócio para membros da família, a fim de encorajá-los e protegê-los, quando tiverem necessidades especiais. Pode também ajudar outras famílias com essas ordenanças e bênçãos, quando isso lhe for solicitado.

Os homens usam a autoridade do sacerdócio para presidir na Igreja em chamados como presidente de ramo, bispo, presidente de quorum e líder de estaca e missão. As mulheres que possuem posições na Igreja como oficiais e professoras trabalham sob a direção do sacerdócio.
O Senhor prometeu grandes bênçãos para os portadores dignos do sacerdócio que o usam para abençoar outras pessoas:

"Então tua confiança se tornará forte na presença de Deus; e, como o orvalho dos céus, a doutrina do sacerdócio se destilará sobre a tua alma. O Espírito Santo será teu companheiro constante, e o teu cetro um cetro imutável de retidão e verdade; e o teu domínio, um domínio eterno e, sem medidas compulsórias que fluirá a ti para todo o sempre." (D&C 121:45-46)

Um grande profeta dos últimos dias, David O. McKay, prometeu o seguinte a todo o homem que usar o sacerdócio em retidão: "A vida terá doçura, seu discernimento ficará agudo em decidir rapidamente o bem ou o mal, os sentimentos serão bondosos e cheios de compaixão, mas o espírito será forte e valente na defesa do que é certo; ele encontrará no sacerdócio uma fonte inesgotável de felicidade - uma fonte de águas vivas que afloram para a vida eterna." ["Priesthood", (Sacerdócio), Instructor, out. de 1968, p. 378]

  • D&C 107:1-100 (revelação sobre o sacerdócio)







  • D&C 20:38-67 (deveres do sacerdócio)

sábado, 16 de julho de 2011

IGREJA ANUNCIA O TEMPLO DE PARIS FRANÇA

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Presidente Thomas S. Monson anunciou hoje que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias espera construir o primeiro templo, na França sobre uma propriedade nos arredores de Paris.

Habitualmente, novos templos são anunciados pelo presidente da Igreja em uma das conferências gerais da igreja, após aprovações do governo local para construção e aquisição de propriedade tenham sido garantidos. 

Embora o processo de aprovação do governo local para o templo francês ainda esteja em andamento, jornais franceses já estavam relatando sobre os planos da Igreja em construir em Le Chesnay, perto de Versalhes, e isso levou ao anúncio de hoje. 

O porta-voz da Igreja. Scott Trotter, disse que a Igreja tem trabalhado por muitos meses com as autoridades locais. Mais detalhes serão dados mais tarde. Houve várias tentativas anteriores de encontrar um local adequado para um templo francês, mas nenhum foi finalizado. 
Membros franceses da Igreja que desejam visitar um templo costumam viajar para os países europeus vizinhos.

O Blog de notícias SUD MURILOVISCK já havia noticiado sobre a intenção da Igreja em constuir um templo em Paris, França, clique aqui

 Fonte: murilovisck.blogspot.com/

UMA BOA LINGUAGEM

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"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mais só a que for boa." (Efésios 4:29)

Sua maneira de falar diz  muito sobre quem vocês são. Uma linguagem limpa e inteligente é evidência de uma mente brilhante e saudável. Usem uma linguagem que edifique, incentive e enalteça aos outros. Não insultem ninguém ou o deprecie, mesmo por brincadeira. Falem bondosa e positivamente sobre os outros, para que possam cumprir o mandamento do Senhor de amar uns aos outros. Ao empregar uma boa linguagem, estão convidando o Espírito para estar com vocês.


Usem sempre o nome de Deus e de Jesus Cristo com reverência e respeito, empregar inadequadamente o nome Deles é pecado. O linguajar ou gestos profanos, vulgares ou grosseiros, assim como piadas imorais, são ofensivos ao Senhor e às outras pessoas. A linguagem obscena prejudica seu espírito e os degrada. Não permitam que outros os influenciem a usá-la.


Escolham amigos que empreguem uma linguagem aceitável. Ajudem os que estão à sua uma linguagem aceitável. Ajudem uma linguagem adequada por meio de seu exemplo, encorajando-os positivamente a escolher outras palavras. Afastem-se educadamente ou mudem de assunto quando quem estiver perto de vocês usar um linguajar inaceitável.


Caso tenham desenvolvido o hábito de blasfemar, vocês poderão vencê-lo. Iniciem tomando a decisão de mudar. Orem pedindo ajuda, se começarem a empregar palavras que saibam ser erradas, fiquem em silêncio ou digam o que têm a dizer de maneira diferente.


Tiago 3:2-13
 

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