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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Uma nota só não faz canção! Vamos deixar nosso orgulho de lado e vamos focar no Evangelho.

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Uma coisa que tem atrapalhado muito o progresso de nosso Quórum de Élderes é a falta de união por partes dos membros, uma vez em que todos nós estamos lutando pela mesma causa que é a edificação do reino de Cristo, e a salvação da humanidade, não devemos nos prender a desavenças, a falta de respeito uns pelos outros e muito menos falta de apoio pelos nossos líderes.

E uma coisa que pega muito mal é o fato de não bastássemos ficar falando coisas em locais que não era pra existir certo tipos de comentários agora alguns usam as redes sociais para falar do seu desafeto! até onde nós vamos agir como homens naturais? até que ponto vamos guardar rancor por uma coisa que não foi diretamente pra mim e só porque afetou fulando, ou sicrano! eu tenho que me importar também? Não, a Igreja é do Pai Celestial ele sabe o que acontece com cada um de nós melhor do que nós mesmos! e isso é uma é uma prova que nós não somos nada em cima dessa terra.

Então vejam a imagem acima ele representa muito! quando estamos focado, estamos lutando por uma só causa nós conseguimos romper barreiras imagináveis, podemos nos tornar tão fortes que o próprio Satanás sairá do nosso caminho e com isso nós vamos levar o evangelho de Deus adiante. 

 

sábado, 17 de setembro de 2011

Relacionamento Inter-Religioso

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A 11ª Regra de Fé d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias estabelece: “Pretendemos o privilégio de adorar a Deus
Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio,
deixando-os adorar como, onde ou o que desejarem”.

A Igreja de Jesus Cristo procura manter um
relacionamento de cordialidade e cooperação
com os líderes e membros de outras denominações.
As revelações determinam que a Igreja “permaneça independente” (D&C 78:14).
Isso, contudo, não impede a associação e o trabalho em conjunto com líderes religiosos e outras instituições religiosas em projetos e ações que visem ao bem comum e ao combate aos males sociais e morais.

Quando questões políticas e sociais com implicações morais, como o envolvimento em jogos de azar e o consumo de álcool, forem um tema de preocupação pública, os representantes da Igreja poderão unir esforços com organizações religiosas ou de outra natureza.
Quando surgirem questões morais na comunidade, a Igreja poderá ser uma influência benéfica ao trabalhar em conjunto com outros grupos.

Um exemplo de relacionamento inter-religioso da Igreja é demonstrado em sua parceria com a Comissão de Direito e Liberdade Religiosa da Ordem dos Advogados do Brasil (Seção de São Paulo) e com a Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania (Ablirc), ambas formadas por membros de diversas organizações religiosas, com o objetivo de, unidos, defender a Liberdade Religiosa.

Quorum dos Doze Apóstolos 2011

www.saladeimprensa-sud.org.br

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

SACERDÓCIO AARÔNICO

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Rapazes

O programa dos Rapazes é muitas vezes chamado de Sacerdócio Aarônico, uma vez que a maioria desses rapazes portam algum ofício desse sacerdócio. Assim como o programa das Moças, o programa dos Rapazes os ajuda a lidar com as pressões sociais que eles enfrentam a cada dia. Através desse programa eles aprendem importantes lições sobre dignidade pessoal, respeito pelas mulheres, fé em Jesus Cristo, e serviço. O propósito desse programa é ajudar os rapazes a:
  • Converter-se ao evangelho de Jesus Cristo e viver de acordo com Seus ensinamentos.
  • Servir fielmente nos chamados do sacerdócio e cumprir as responsabilidades dos ofícios no sacerdócio.
  • Servir de forma significativa.
  • Preparar-se e viver de modo digno para receber o Sacerdócio de Melquisedeque e as ordenanças do templo.
  • Preparar-se para servir honrosamente em uma missão de tempo integral.
  • Adquirir toda a instrução que lhe for possível.
  • Preparar-se para se tornar um marido e pai digno.
  • Ter o devido respeito para com as mulheres, moças e crianças.
O programa dos Rapazes também é dividido em três grupos por idade:
  • Diáconos (idade entre 12 e 13 anos)
  • Mestres (idade entre 14 e 15 anos)
  • Sacerdotes (idade entre 16 e 17 anos)
Cada grupo tem os seus próprios líderes escolhidos dos próprios rapazes, e homens adultos são chamados para supervisionar as atividades e os aconselhar. É esperado dos jovens que eles planejem e realizem muitas atividades por si mesmos, com a supervisão dos adultos chamados para supervisioná-los. Todos os rapazes devem trabalhar para obter o medalhão Dever Para com Deus, o qual requer anos de trabalho. Para obter esse medalhão os rapazes precisam orar e estudar as escrituras regularmente, participar das reuniões da Igreja regularmente, estabelecer e cumprir metas educacionais, físicas, sociais, e devem servir a outras pessoas.

Os Rapazes também tem atividades durante a semana chamada Mutual. Na América do Norte e em alguns outros paises, essas atividades são frequentemente associados com os escoteiros (o que não é o caso do Brasil). Os rapazes frequentemente praticam esportes, realizam projetos de serviço, fazem acampamentos, etc. Nos domingos os rapazes e as moças da mesma faixa etária têm aulas juntos na Escola Dominical.

Para o Vigor da Juventude

Alguns anos atráz a Igreja Mórmon publicou um panfleto chamado Para o Vigor da Juventude. Esse panfleto trata de assuntos como namoro, aparência pessoal e modéstia, a influencia da mídia e da internet e a importância de um forte relacionamento com Jesus Cristo. Esse panfleto pode ser encontrado online, ou pode ser pego gratuitamente em qualquer capela da Igreja Mórmon.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Rapazes

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"Ao cumprir seu dever para com Deus, vocês serão uma força para o bem o tempo todo e em todas as circunstâncias. Seu exemplo de retidão e serviço fiel no sacerdócio será uma vigorosa maneira de convidar a todos os que os conhecem a virem a Cristo. Na época mais atribulada que atravessaram, os nefitas dependiam da liderança e  inspiração de um rapaz, Mórmon (ver Mórmon 2:1–2). 

Hoje, dependemos de vocês para serem uma grande força para a Igreja e para o bem na Terra. É isso o que o Senhor espera.”

David L. Beck, Presidente Geral dos Rapazes. A Liahona, maio de 2010, pág. 55

Fonte:  www.juventudesud.org.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Novos Presidentes de Missão Abençoados pelo Exercício da Fé

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Em junho, 128 novos presidentes de missão e respectivas esposas foram convidados ao Centro de Treinamento Missionário em Provo, Utah, para receber instruções antes de partir para cumprir suas designações.
O Presidente Thomas S. Monson abriu o seminário de quatro dias, que aconteceu de 22 a 26 de junho de 2011, dizendo: “Vocês foram escolhidos dentre os mais fiéis da Igreja e agora têm a oportunidade de sair para a colheita no campo do Senhor. (…) Sei que nenhum campo produzirá rosas mais perfumadas e abundantes do que as do campo missionário para o qual foram chamados”.
Os casais são oriundos de vários lugares do mundo — 22 países diferentes — e servirão em todo o mundo em dezoito idiomas diferentes. Seu histórico é diverso e inclui empresários de várias áreas, educadores, advogados e até um piloto de teste do programa de aviões de caça F35. Mas eles têm algo em comum.
Enquanto os 128 recém-chamados presidentes de missão e suas respectivas esposas se preparam material e espiritualmente, veem as bênçãos do exercício da fé quase que imediatamente.

Oferecer Sacrifícios

Servir como presidente de missão é uma designação de três anos desafiadora e espiritualmente emocionante. Para se dedicarem a esse chamado, muitos casais basicamente colocam sua antiga vida em espera, o que inclui trabalho e família.
O chamado interrompe sua atividade profissional; em alguns casos significa perda financeira. Ainda que a Igreja forneça aos presidentes de missão uma quantia mínima para suas despesas, os casais geralmente têm seus próprios recursos financeiros para complementar a mesada.
Quando Marcus Martins e sua esposa, Mirian, receberam o chamado para a Missão Brasil São Paulo Norte, moravam em Laie, Havaí, EUA, e foram alertados pelo Élder Jeffrey R. Holland, do Quórum dos Doze Apóstolos, que teriam que fazer sacrifícios, mas ele disse-lhes que não sacrificassem demasiadamente.
Os Martins foram para casa e oraram para saber se poderiam manter-se ao aceitar essa oportunidade. Eles venderam tudo. “A bênção — vendemos tudo em um só dia”, disse a Síster Martins. “Foi um milagre.”
Nem todos precisam sacrificar-se financeiramente ao organizar as finanças e fazer mudanças no trabalho, mas todo presidente de missão e sua esposa enfrentarão sacrifícios de algum tipo que testarão sua fé, especialmente do tempo dedicado à família.
Quando Gary e Pamela Rasmussen, de Tucson, Arizona, EUA, aceitaram o chamado para a Missão Japão Sendai, eles sabiam que deixariam os seis filhos e 23 netos.
“Sei que o Pai Celestial pode cuidar de meus filhos muito melhor do que eu”, disse a Síster Rasmussen. “Por isso estamos felizes com a missão e sabemos que eles serão abençoados. E já vimos (as bênçãos), no crescimento dos filhos e netos”.
Quando Larry Gelwix e sua esposa, Cathy, voltarem de sua missão em Fresno, Califórnia, EUA, terão completado cinco anos desde que se reuniram em casa com o filho mais novo, Keaton, que atualmente serve na Missão Canadá Calgary.
“Quando um missionário volta para casa (…) há um tempo de união muito terna com o filho ou a filha”, disse o Presidente Gelwix. “Não vamos experimentar isso. Nós não teremos isso de volta, mas seu coração é tocado.”
Muitos que aceitam o chamado para servir como presidentes de missão e sua esposa expressam essa disposição de sacrificar.
“Às vezes reflito sobre o que exatamente é considerado sacrifício, porque algo que pode ser muito difícil para uma pessoa pode não ser difícil para outra”, disse o Presidente Martins. “Muitas vezes em nossa vida (…) dissemos que colocaríamos o Senhor em primeiro lugar e que por Ele faríamos qualquer coisa, iríamos a qualquer lugar. Por isso não pensamos em termos de sacrifício. (…) É um privilégio e uma honra deixar tudo”.

Se Estiverdes Preparados

Antes de o presidente de missão e esposa começarem a cumprir as designações da missão, há muita preparação espiritual e temporal. Os presidentes de missão são geralmente chamados com mais de seis meses de antecedência, ainda que só saibam para qual missão serão designados alguns meses mais tarde.
Ocasionalmente o tempo de preparação é reduzido. Brent e Anne Scott, de Éden, Utah, EUA, foram chamados para supervisionar a Missão Canadá Toronto somente uma semana antes do seminário de presidentes de missão e dois meses antes de começarem a servir.
Enquanto informavam aos amigos e família e tentavam organizar os assuntos relativos à casa, estudaram manuais, ouviram CDs e realizaram outros preparativos espirituais. Mas disseram que a maior preparação foi o seminário no CTM.
“É uma imersão espiritual de conhecimento”, disse o Presidente Scott. “Estar com um grupo de pessoas que [sacrificaram para servir ao Senhor] e ser ensinados por profetas, videntes e reveladores (…) foi com certeza uma das maiores experiências de nossa vida”.
Quando uma grande caixa cheia de manuais chegou a sua casa, alguns dias depois de aceitarem o chamado, os Martins começaram a ler avidamente os materiais. Também fizeram um treinamento à distância de dez semanas sobre como usar o guia Pregar Meu Evangelho: Guia para o Serviço Missionário, o currículo padrão da Igreja para todos os presidentes de missão, missionários de tempo integral e missionários de ala.
Mesmo antes de receber os materiais de apoio que a Igreja fornece, muitos presidentes de missão reconhecem que o Senhor começou a prepará-los bem antes de seu chamado.
O Presidente Rasmussen aprendeu Japonês quando fez missão no Japão de 1970 a 1972. Devido a essa experiência ocorrida há 40 anos, ele está familiarizado com a cultura e enquanto estuda, a lembrança do idioma está voltando.
Os Presidentes Martins, Gelwix, Rasmussen e Scott também citaram o serviço na Igreja — como missionários, bispos, presidentes de estaca, professores do instituto e assim por diante — como uma preparação fundamental para o chamado de presidente de missão.
“Podemos dizer que fomos preparados com antecedência para isso”, disse o Presidente Martins, que foi bispo de uma ala de estudantes na Universidade Brigham Young–Havaí. “A convivência com estudantes e membros da ala foram muito importantes porque (…) as questões com as quais lidávamos são em muitos aspectos parecidas com as que os missionários em campo lidam.”
“Você sente somente amor”, disse o Presidente Scott, ao descrever o sentimento que teve desde o chamado. “É possível sentir o coração sendo enternecido e seu espírito sendo preparado.”

Para que Aprendais Sabedoria

O seminário para presidentes de missão reuniu-os para que aprendessem aos pés de apóstolos e profetas.
No seminário de quatro dias, em junho, os presidentes de missão e respectivas esposas foram espiritualmente nutridos com as mensagens dadas pela Primeira Presidência e por alguns membros do Quórum dos Doze Apóstolos.
“Enquanto os ouvíamos e aprendíamos com eles, sentimos que o Senhor estava presente, que Ele se importa, que esta é a Sua obra, que aqueles homens são Seus servos e que temos o privilégio de sair e representar nosso Salvador”, disse a Síster Scott.
O Élder Russell M. Nelson do Quórum dos Doze Apóstolos falou aos presentes várias vezes. Na manhã de sexta-feira ele falou de suas expectativas em relação aos presidentes de missão e suas companheiras.
“Que vocês tenham boa saúde física, emocional e espiritual [e] sucesso ao aprender, ensinar e aplicar as doutrinas de Jesus Cristo”, ele disse. “Minhas expectativas incluem sua capacidade de fortalecer os membros; dar ênfase às ordenanças, ser um com o Senhor, com os membros da Igreja e com os preciosos missionários colocados a seu cuidado.”
O Élder David A. Bednar, do Quórum dos Doze Apóstolos, encerrou as atividades de sexta-feira falando dos cinco requisitos básicos para tornarem-se “missionários doPregar Meu Evangelho” em um devocional para todos os missionários e para os presidentes de missão e respectivas esposas.
O Presidente Gelwix resumiu o que aprendeu com os líderes da Igreja desde que aceitou o chamado: “Além de dizer que os chamados vieram do Senhor, acrescentaram que a única maneira de sermos bem-sucedidos é buscar os conselhos do Senhor e sermos guiados pelo Espírito Santo.”

Receber as Bênçãos do Céu

O chamado de presidente de missão pode exigir muito, mas é recompensador.
Os presidentes de missão estabelecem regras para a missão, traçam metas e exercem a disciplina. A designação do presidente de missão requer que ele viaje para conferências de zona trimestralmente. O presidente e sua esposa precisam manter contato com os missionários, seja por telefone, e-mail, ou visitas pessoais. Em geral, eles promovem boa vontade e serviço em toda a missão.
Além disso, onde não há estacas da Igreja, o presidente de missão pode supervisionar um número de distritos e ramos, assumindo responsabilidades como a supervisão de entrevistas de recomendação para o templo e de disciplina na Igreja. Eles se reportam à sede da Igreja regularmente com relação a seu chamado e suas responsabilidades.
Qual é o motivo por trás de tudo isso? “Fé”, disse o Presidente Scott.
“Demanda muita fé no trabalho, muita fé na capacidade do Salvador de guiar-nos e em nossa capacidade de (…) viver da maneira que precisamos viver para estar receptivos a seus influxos”, disse ele. “Essa fé aumenta à medida que (…) [reconhecemos] que estamos sendo guiados e que as coisas que nos ensinam são importantes”.
O Élder D. Todd Christofferson, do Quórum dos Doze Apóstolos, descreveu parte do milagre da obra missionária. “Sua fé em Cristo e a fé de seus missionários aumentarão maravilhosamente conforme vocês e eles buscarem, dia a dia, conhecer e fazer a vontade de Deus”, ele disse. “Fé, já é um princípio de ação em vocês e se tornará também um princípio de poder.”
O Presidente Dieter F. Uchtdorf, Segundo Conselheiro na Primeira Presidência, prometeu às pessoas presentes no seminário que elas teriam sucesso como líderes da Igreja, como missionários e como companheiros.
“Assegurem-se de que vocês sairão do seminário com a definição correta de sucesso plantada em seu coração e em sua mente”, disse ele. “Após tudo o que for dito e realizado, os frutos de seu trabalho como presidente de missão e esposa serão vistos e sentidos na vida de seus missionários; na vida dos conversos que aceitaram a mensagem; na vida dos membros que foram fortalecidos pelo seu trabalho, exemplo e testemunho; e por último, mas não menos importante, na vida de seus familiares.”
Após meses de preparação e de uma semana de treinamento no CTM, os novos presidentes de missão e respectivas esposas irão para o campo de trabalho que lhes foi designado com a fé nascida do sacrifício, da preparação e do testemunho.
“Temos o testemunho de que todos os chamados missionários vêm do Senhor. Esse testemunho foi confirmado novamente e arde em nossa alma”, disse o Presidente Gelwix. “Nossa fé é bem simples. Se está bem para Ele, está bem para nós, e pronto.”
Fonte: lds.org/church/news
Fonte: http://murilovisck.blogspot.com/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Os Mórmons proibiam os descendentes de Africanos a se filiarem à Igreja?

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Da década de 1850 até 1978, pessoas que eram descendentes de Africanos podiam (e de fato muitos o fizeram) se filiar à Igreja Mórmon, mas as pessoas de pele negra não podiam portar o sacerdócio, ou certas posições dentro da Igreja. Isso fez com que a Igreja Mórmon e seus líderes fossem taxados como racistas e preconceituosos. Nunca, em nenhuma época, foi negado a oportunidade aos negros de se filiarem à Igreja e sempre houve membros negros na Igreja, desde o seu princípio, muitos dos quais cruzaram as planícies com outros pioneiros Mórmons e que se assentaram em Utah. Ainda assim, essa prática continuou a fomentar críticas. Para entender o porque dessa prática, é importante entender um pouco mais sobre a Igreja.

No Mormonismo, o Sacerdócio representa o poder e a autoridade de Deus o qual Ele delega para o homem na Terra para guiar a Igreja de Deus e realizar ordenanças como o batismo. Enquanto traduzia o Livro de Mórmon, Joseph Smith. O primeiro profeta e fundador da Igreja Mórmon, leu sobre o sacerdócio. Ele e outro dos primeiros membros da Igreja, Oliver Cowdery, foram a um bosque para orar a respeito do que haviam lido. Um anjo apareceu para eles e lhes deu esse poder. Ele disse:
“A vós, meus conservos, em nome do Messias, eu confiro o Sacerdócio de Aarão, que possui as chaves do ministério de anjos e do evangelho do arrependimento e do batismo por imersão para remissão de pecados; e ele nunca mais será tirado da Terra, até que os filhos de Levi tornem a fazer, em retidão, uma oferta ao Senhor” (Doutrina e Convênios 13:1).

Algum tempo depois, através da visita de outros anjos, eles (Joseph e Oliver) receberam o Sacerdócio conhecido como Sacerdócio de Melquisedeque, ou Sacerdócio Maior, poder pelo qual eles puderam estabelecer A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias no dia 06 de abril de 1830. Tudo isso aconteceu em Nova York e Ohio, mas logo após esses ocorridos a Igreja começou a se mudar para o Missouri e então para Illinois, local de onde foram expulsos por causa da perseguição. A Igreja cresceu e muitos milhares de membros se filiaram a ela, incluindo um grande número de membros negros, alguns dos quais haviam sido escravos em outras épocas. Nas décadas seguintes, e ninguém sabe ao certo quando isso começou, se tornou uma prática não ordenar homens negros ao Sacerdócio. Para complicar ainda mais esse assunto, alguns membros da Igreja Mórmon, incluindo alguns líderes, fizeram comentários racistas semelhantes àqueles feitos por outros Americanos da época, embora a maioria da liderança era completamente contrária ao racismo e a maioria dos Mórmons eram totalmente contra a escravidão.

Uma vez que as atitudes racistas eram comuns na América e nos paises da Europa no final do século dezenove e inicio do século vinte, tais práticas não chamavam a atenção de ninguém. Com o passar do tempo, os Estados Unidos começou a confrontar seu passado racista, e essa prática começou então a chamar muita atenção. Por volta do ano de 1900, Lorenzo Snow, o então Presidente da Igreja Mórmon, disse que não conseguia achar nenhuma passagem de escritura que justificasse essa prática, mas mesmo assim manteve a prática. Em 1954 o então presidente David O. Mckay e os Doze Apóstolos da Igreja Mórmon estudaram o caso. O presidente Mckay estava bastante preocupado com o povo africano e com o seu estado, então ele orou sobre o assunto, mas de acordo com seus próprios relatos, o Senhor falou a ele que o tempo ainda não havia chegado para que isso acontecesse. Ele tentou enviar missionários para a Nigéria em 1962, mas o governo nigeriano não permitiu que eles entrassem no país. Em 1973 o Presidente Harold B. Lee jejuou por três dias e noites enquanto orava sobre o assunto, mas a resposta que recebeu foi a mesma: o tempo não havia chegado ainda. Finalmente em 1978, enquanto se reunia com o Quorum dos Doze
Apóstolos, o Presidente Spencer W. Kimball anunciou que ele havia recebido uma revelação dizendo que todo membro digno da Igreja, do sexo masculino, poderia receber o Sacerdócio. Desde aqueles dias até hoje, centenas de milhares de pessoas negras se uniram a Igreja Mórmon e tem sido ordenado ao Sacerdócio, em todas as partes do mundo. Hoje existem dois templos construídos na África.

Nenhum líder da Igreja Mórmon sabe explicar o porque houve esse fato de os negros não receberem o sacerdócio, embora muitos tenham tentando entender as razões. Houve muito desentendimento relativo à sua origem. Em 1949 o Presidente da Igreja fez a seguinte declaração:
“A atitude da Igreja com referência aos negros permanece a mesma que sempre foi. Não é uma questão de declaração da política da Igreja, mas sim uma ordem direta do Senhor, a qual é encontrada na doutrina da Igreja desde os dias de sua organização, para o fato que as pessoas negras pode se tornar membros da Igreja, mas eles não são intitulados com o sacerdócio nos dias de hoje”.

É importante frisar que ainda que os negros não pudessem portar o Sacerdócio, a Igreja Mórmon sempre ensinou que eles, assim como todas as outras pessoas, podiam ser salvas através da Expiação de Jesus Cristo.

Muitas explicações tem sido dadas para tentar explicar sobre esse fato, mas a maiorias delas dadas sobre especulações e muitos membros da Igreja tem continuado a espalhar rumores e falsas verdades sobre esse assunto.

Então é importante nós lermos o artigo que mostra com mais clareza o que de fato aconteceu, para que não saiamos falando coisas que não temos certezas.

www.missionariosmormons.org

MENSAGEM DO IRMÃO DAVID L. BECK

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domingo, 17 de julho de 2011

A ORGANIZAÇÃO DO SACERDÓCIO

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A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é governada pelo sacerdócio. O sacerdócio, que está sempre associado à obra de Deus, "continua na igreja de Deus em todas as gerações e não tem princípio de dias nem fim de anos" (D&C 84:17). Ele está sobre a Terra hoje. Homens jovens e adultos são batizados na Igreja e, quando são considerados dignos, são ordenados no sacerdócio. Eles recebem autoridade para agir pelo Senhor e fazer Sua obra na Terra.

O sacerdócio está dividido em duas partes: o Sacerdócio de Melquisedeque e o Sacerdócio Aarônico (ver D&C 107:1). O sacerdócio maior é o Sacerdócio de Melquisedeque. Há muito tempo, foi chamado de "o Santo Sacerdócio Segundo a Ordem do Filho de Deus", mas foi mudado para que o nome do Senhor não fosse usado com tanta freqüência. A Igreja nos dias antigos chamou-o de "Sacerdócio de Melquisedeque", sendo este Melquisedeque um grande sumo sacerdote que viveu nos tempos de Abraão. (Ver D&C 107:2-4.)

O sacerdócio menor é um apêndice do Sacerdócio de Melquisedeque. Chama-se Sacerdócio Aarônico porque foi conferido a Aarão e a seus filhos por todas as gerações. Os que possuem o Sacerdócio de Aarão têm autoridade para administrar as ordenanças externas de arrependimento e batismo. (Ver D&C 107:13-14, 20.)

Os que possuem o Sacerdócio de Melquisedeque têm o poder e autoridade para conduzir a Igreja e para dirigir a pregação do evangelho em todas as partes do mundo. São responsáveis por todos os trabalhos espirituais da Igreja (ver D&C 84:19-22). Eles dirigem os trabalhos feitos nos templos; presidem alas, ramos, estacas e missões; curam os doentes; abençoam as crianças e dão bênçãos especiais aos membros da Igreja. O Profeta escolhido do Senhor, o Presidente da Igreja, é o sumo sacerdote que preside o Sacerdócio de Melquisedeque. (Ver D&C 107:65-67.)

"Há uma diferença entre sacerdócio e `chaves' do sacerdócio. Um sacerdote em uma ala tem poder suficiente para batizar, mas não tem direito de realizar essa ordenança até que tenha sido autorizado pelo bispo. O bispo tem as "chaves" para administrar os negócios dentro de sua jurisdição eclesiástica. Conseqüentemente, ele é a pessoa que pode dar ao sacerdote permissão para batizar.

O presidente e profeta da Igreja tem as chaves do sacerdócio para administrar todos os assuntos espirituais e temporais da Igreja. É seu direito delegar aos presidentes de estaca, bispos, patriarcas e outros as chaves pertencentes aos ofícios específicos em determinadas áreas geográficas.

O Presidente Joseph F. Smith ensinou o seguinte sobre o assunto:

`Todo (homem) que é ordenado a qualquer grau do Sacerdócio recebe essa autoridade. Todavia, é necessário que todo ato desempenhado sob essa autoridade o seja na ocasião e local adequados, da maneira correta e de acordo com a ordem certa. O poder para dirigir esses trabalhos constitui-se nas chaves do Sacerdócio.' [Doutrina do Evangelho, p. 121] [Melvin R. Brooks, L.D.S. Reference Encyclopedia, (Enciclopédia de Referência SUD) p. 393]

Quando o Sacerdócio Aarônico é conferido a um homem ou rapaz este é ordenado a um ofício desse sacerdócio. Os ofícios do Sacerdócio Aarônico são: diácono, mestre, sacerdote e bispo. Cada ofício possui deveres e responsabilidades. Cada grupo ou quorum é presidido por um líder de grupo ou presidente de quorum que ensina aos membros os seus deveres e lhes pede que cumpram designações. Alguns homens entram para a Igreja ou se tornam ativos após haverem passado a idade usual de recebimento dos ofícios do sacerdócio. Normalmente, são ordenados a um ofício no Sacerdócio Aarônico e podem logo ser avançados para ofícios mais altos, caso se mostrem dignos.

Um rapaz que foi batÍ7ado e confirmado membro da Igreja e é digno poderá ser ordenado ao ofício de diácono, quando tiver doze anos de idade. Os diáconos são geralmente designados a passar o sacramento aos membros da Igreja, a servir como recepcionistas, a ajudar na conservação dos edifícios e áreas da Igreja, a agir como mensageiros do sacerdócio e a cumprir designações especiais tais como receber ofertas de jejum.

Um rapaz digno pode ser ordenado mestre quando tiver quatorze anos de idade ou mais. Os mestres possuem todos os deveres, direitos e poderes dos diáconos, e mais alguns. Os mestres do Sacerdócio Aarônico devem ajudar os membros da Igreja a viver os mandamentos. (Ver D&C 20:53-59.) Para ajudar a cumprir essa responsabilidade, são geralmente designados como mestres familiares. Visitam lares dos membros da Igreja, encorajando-os a viver os princípios do evangelho e são mandados a ensinar as verdades do evangelho contidas nas escrituras. (Ver D&C 42:12.) Os mestres também preparam o pão e a água para os serviços sacramentais.

Um rapaz digno pode ser ordenado sacerdote quando tiver dezesseis anos de idade ou mais. Os sacerdotes possuem todos os deveres dos ofícios de diácono e mestre, e mais alguns (ver D&C 20:46-51). Um sacerdote pode batizar, administrar o sacramento e ordenar outros sacerdotes, mestres e diáconos. Pode também encarregar-se de reuniões, quando não houver um portador do Sacerdócio de Melquisedeque presente. Deve, ainda, ensinar o evangelho para aqueles que estão ao seu redor.

O bispo é ordenado e designado para presidir o Sacerdócio Aarônico de uma ala. Ele é o presidente do quorum de sacerdotes. (Ver D&C 107:87-88.) Quando age no seu ofício do Sacerdócio Aarônico, o bispo lida principalmente com os assuntos materiais, tais como administração de finanças e registros e os cuidados com os pobres e necessitados (ver D&C 107:68).

O bispo também é ordenado sumo sacerdote, de modo a presidir todos os membros da ala (ver D&C 107:71-73; 68:15). O bispo é um juiz em Israel (ver D&C 107:74) e entrevista os membros para que estes recebam recomendações para o templo, ordenações no sacerdócio e outras necessidades. É seu direito ter o dom do discernimento.

Os ofícios do Sacerdócio de Melquisedeque são élder, sumo sacerdote, patriarca, setenta e Apóstolo.

Os élderes são chamados para ensinar, expor, exortar, batizar e zelar pela Igreja. (Ver D&C 20:42.) Todos os portadores do Sacerdócio de Melquisedeque são élderes e possuem a autoridade de conceder o dom do Espírito Santo pela imposição das mãos. (Ver D&C 20:43.) Os élderes devem dirigir as reuniões da Igreja conforme inspirados pelo Espírito Santo. (Ver D&C 20:45; 46:2.) Os élderes podem administrar aos doentes (ver D&C 42:44), devem abençoar criancinhas (ver D&C 20:70) e podem presidir as reuniões da Igreja quando não houver um sumo sacerdote presente. (D&C 107:11)

O sumo sacerdote pode receber autoridade para oficiar na Igreja e encarregar-se das coisas espirituais. (Ver D&C 107:10, 12.) Pode também oficiar em todos os ofícios menores. (Ver D&C 68:19.) Os presidentes de estaca, de missão, sumos conselheiros, bispados e outros líderes da Igreja são ordenados sumos sacerdotes.

Os patriarcas são ordenados pelas Autoridades Gerais ou pelos presidentes de estaca, quando são autorizados pelo Conselho dos Doze, para darem bênçãos patriarcais especiais aos membros da Igreja. Essas bênçãos nos fazem entender um pouco a respeito de nosso chamado na Terra. São a palavra do Senhor dada pessoalmente a nós. Os patriarcas também são ordenados sumos sacerdotes. (Ver D&C 107:39-56.)

Os setenta são testemunhas especiais de Jesus Cristo para o mundo e ajudam na edificação e direção da Igreja. (Ver D&C 107:25, 34, 38, 93-97.)

Um Apóstolo é uma testemunha especial de Jesus Cristo em todo o mundo. (Ver D&C 107:23.) Os Apóstolos administram os negócios da Igreja em âmbito mundial. Os que são ordenados ao ofício de Apóstolo no Sacerdócio de Melquisedeque são geral-mente designados como membros do Conselho dos Doze Após-tolos. A cada um deles são dadas as chaves do reino de Deus na Terra, mas apenas o Apóstolo sênior, que é o Presidente da Igreja, exerce ativamente todas as chaves. Os outros agem sob sua direção.

O Senhor instruiu os portadores do sacerdócio a organizarem-se em quoruns. Um quorum é um corpo de irmãos que possuem o mesmo ofício no Sacerdócio.
Existem três quoruns no Sacerdócio Aarônico:

1. O quorum dos diáconos, que consiste em até doze diáconos. (Ver (D&C 107:85.) A presidência do quorum dos diáconos é chamada pelo bispo dentre os membros do quorum;
2. O quorum dos mestres, que consiste em até vinte e quatro membros. (Ver D&C 107:86.) A presidência do quorum dos mestres é chamada pelo bispo dentre os membros do quorum;
3. O quorum de sacerdotes, que consiste de até quarenta e oito sacerdotes. (Ver D&C 107:88.) 

É presidido pelo bispo da ala ao qual o quorum pertence. O bispo é um sumo sacerdote, e dessa forma pertence também ao quorum dos sumos sacerdotes.
Sempre que se ultrapassar o número de membros especificado
para um quorum, este pode ser dividido.

Nas estacas de Sião existem os seguintes quoruns do Sacerdócio de Melquisedeque:

Cada quórum de élderes é "instituído para ministros permanentes; no entanto, poderão viajar, não obstante serem ordenados ministros estacionários". (D&C 124:137) A maior parte de seu trabalho é realizado perto dos seus lares. O quórum deve ser composto de no máximo noventa e seis élderes, presidido por uma presidência do quórum chamada pelo presidente da estaca.

Cada quórum inclui todos os sumos sacerdotes que vivem dentro dos limites de uma estaca, inclusive patriarcas e bispos. O presidente da estaca e seus conselheiros são a presidência desse quórum. Os sumos sacerdotes de cada ala são organizados num grupo e dirigidos por um líder.

Quando ordenado ao sacerdócio, um homem ou rapaz torna-se automaticamente membro de um quórum do sacerdócio. Daí para frente, por toda a vida, espera-se que ele permaneça como membro de um quórum do sacerdócio, de acordo com o seu ofício. [Ver Boyd K. Packer, "O Quórum", em Fortalece a Teus Ir-mãos (Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque), pp. 142-48.]

Se o quórum do sacerdócio funcionar de maneira correta, os membros do quórum serão encorajados, abençoados, integrados e ensinados a respeito do evangelho por seus líderes. Embora um homem possa ser chamado para um cargo e também desobrigado de designações na Igreja (como professor, bispo, sumo conselheiro ou presidente de estaca) não há alteração em sua condição de membro do quórum. Ser membro de um quórum do sacerdócio deve ser considerado um privilégio sagrado.

Escrituras Adicionais

  • Alma 13:1-19 (maneira pela qual os homens eram ordenados ao sacerdócio)
  • Hebreus 7:11-13 (o Sacerdócio de Melquisedeque restaurado na vinda de Cristo)
  • Mateus 16:19; D&C 68:12 (poder dado aos Apóstolos; o que eles selam na Terra é selado nos céus)
  • D&C 20:38-67 (deveres dos élderes, sacerdotes, mestres, diáconos)
  • D&C 84; 107 (revelações sobre o sacerdócio)
  • I Coríntios 12:14-31 (todos os ofícios do sacerdócio são importantes)     

SACERDÓCIO

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O Sacerdócio é o poder e autoridade de Deus. Por Seu poder sacerdotal, foram criados os céus e a Terra. Por esse mesmo poder, o universo é mantido em perfeita ordem. Por esse poder, Ele realiza Sua obra e glória que é "proporcionar a imortalidade e a vida eterna ao homem" (Moisés 1:39).

O Pai Celestial compartilha Seu poder com os homens dignos da Igreja. O Sacerdócio os capacita a agir em nome de Deus pela salvação da família humana. Por intermédio desse poder, podem ser autorizados a pregar o evangelho, administrar as ordenanças de salvação e governar o reino de Deus sobre a Terra.

Precisamos ter autoridade do Sacerdócio para agir em nome de Deus, realizarmos ordenanças sagradas do evangelho, tais como batismo, confirmação, administração do sacramento e casamento no templo. Se um homem embora sincero, não possuir o sacerdócio, o Senhor não reconhecerá as ordenanças realizadas por ele. (Ver Mateus 7:21-23.) Essas ordenanças importantes devem ser realizadas na Terra por homens que possuam o sacerdócio.

Os homens precisam do sacerdócio para presidir a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e para dirigir o trabalho da Igreja, em todas as partes do mundo. Quando Cristo viveu na Terra, escolheu Apóstolos e ordenou-os para que pudessem conduzir Sua Igreja, e deu-lhes o poder e autoridade do sacerdócio para agirem em Seu nome. (Ver Marcos 3:13-15; João 15:16.)

Uma outra razão por que o sacerdócio é necessário na Terra é para que entendamos a vontade do Senhor e realizemos Seus propósitos. Deus revela Sua vontade ao Seu representante autorizado do sacerdócio na Terra, o profeta. O profeta, que é o Presidente da Igreja, serve como porta-voz de Deus para todos os membros da Igreja e para todo o povo da Terra.
O Senhor preparou uma maneira organizada de dar Seu sacerdócio aos Seus filhos na Terra. Um homem digno membro da Igreja, recebe o sacerdócio "pela imposição das mãos, por quem possua autoridade para pregar o Evangelho e administrar as suas ordenanças." (Regras de Fé 1:5)

Essa é a mesma forma com que os homens recebiam o sacerdócio há muito tempo, até mesmo nos dias de Moisés: "E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Aarão." (Hebreus 5:4) Aarão recebeu o sacerdócio de Moisés, seu líder do sacerdócio. (Ver Êxodo 28:1.) Somente os que possuem o sacerdócio podem ordenar outros.

Os homens não podem comprar ou vender o poder e autoridade do sacerdócio, nem tomá-la para si mesmos. No Novo Testamento, lemos sobre um homem chamado Simão, que viveu quando os Apóstolos de Cristo presidiam a Igreja. Simão converteu-se e foi batizado na Igreja. Como era um mágico muito habilidoso, o povo acreditava que ele possuía o poder de Deus. Mas Simão não tinha o sacerdócio e sabia disso.

Simão tinha conhecimento de que os Apóstolos e outros líderes do sacerdócio da Igreja possuíam o verdadeiro poder de Deus. Viu-os usando o sacerdócio para fazer a obra do Senhor e desejou esse poder para si mesmo, oferecendo-se para comprá-lo. (Ver Atos 8:9-19.) Mas Pedro, o principal dos Apóstolos, disse: "O teu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom de Deus se alcança por dinheiro." (Atos 8:20)

O Sacerdócio deve ser usado para abençoar a vida dos filhos do Pai Celestial aqui na Terra. Os portadores do sacerdócio devem presidir com amor e bondade. Não devem forçar a família e outros a obedecer-lhes. O Senhor nos disse que o poder do Sacerdócio não pode ser controlado exceto em retidão. (Ver D&C 121:36.) Quando tentamos usar o sacerdócio para ganhar riquezas, fama ou quaisquer outros propósitos egoístas "eis que os céus se afastam; o Espírito do Senhor se magoa; e, quando se afastam, amém para o sacerdócio ou autoridade daquele homem." (D&C 121:37)

Quando um homem usa o sacerdócio "com persuasão, com longanimidade, com mansuetude e ternura, e com amor não fingido" (D&C 121:41), pode fazer muitas coisas maravilhosas por sua família e pelos outros. Pode batizar e confirmar, administrar o sacramento, abençoar doentes e dar bênçãos do sacerdócio para membros da família, a fim de encorajá-los e protegê-los, quando tiverem necessidades especiais. Pode também ajudar outras famílias com essas ordenanças e bênçãos, quando isso lhe for solicitado.

Os homens usam a autoridade do sacerdócio para presidir na Igreja em chamados como presidente de ramo, bispo, presidente de quorum e líder de estaca e missão. As mulheres que possuem posições na Igreja como oficiais e professoras trabalham sob a direção do sacerdócio.
O Senhor prometeu grandes bênçãos para os portadores dignos do sacerdócio que o usam para abençoar outras pessoas:

"Então tua confiança se tornará forte na presença de Deus; e, como o orvalho dos céus, a doutrina do sacerdócio se destilará sobre a tua alma. O Espírito Santo será teu companheiro constante, e o teu cetro um cetro imutável de retidão e verdade; e o teu domínio, um domínio eterno e, sem medidas compulsórias que fluirá a ti para todo o sempre." (D&C 121:45-46)

Um grande profeta dos últimos dias, David O. McKay, prometeu o seguinte a todo o homem que usar o sacerdócio em retidão: "A vida terá doçura, seu discernimento ficará agudo em decidir rapidamente o bem ou o mal, os sentimentos serão bondosos e cheios de compaixão, mas o espírito será forte e valente na defesa do que é certo; ele encontrará no sacerdócio uma fonte inesgotável de felicidade - uma fonte de águas vivas que afloram para a vida eterna." ["Priesthood", (Sacerdócio), Instructor, out. de 1968, p. 378]

  • D&C 107:1-100 (revelação sobre o sacerdócio)







  • D&C 20:38-67 (deveres do sacerdócio)

segunda-feira, 27 de junho de 2011

O PODER DO SACERDÓCIO

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Presidente Thomas S. Monson - Presidente da Igreja.
Orei e estudei muito sobre o que diria nesta noite. Não quero que ninguém se ofenda. Pensei: “Quais são os nossos desafios? Com que questões lido todos os dias que me levam às lágrimas, às vezes, tarde da noite?” Pensei em abordar nesta noite alguns desses desafios. Alguns se aplicam aos rapazes. Outros se aplicam àqueles que estão na meia-idade. Outros ainda se aplicam àqueles que já passaram da meia-idade. Não falamos sobre velhice.

Assim, quero começar simplesmente dizendo que tem sido bom para nós nos reunirmos nesta noite. Ouvimos mensagens maravilhosas e oportunas sobre o sacerdócio de Deus. Todos fomos edificados e inspirados.

Nesta noite, gostaria de abordar assuntos que não me saíram da mente nos últimos tempos e que me senti inspirado a compartilhar com vocês. De um modo ou de outro, todos se relacionam com a dignidade pessoal exigida para se receber e exercer o sagrado poder do sacerdócio que possuímos.
Gostaria de começar lendo algo da seção 121 de Doutrina e Convênios:

“Os direitos do sacerdócio são inseparavelmente ligados com os poderes do céu e (…) os poderes do céu não podem ser controlados nem exercidos a não ser de acordo com os princípios da retidão.

Que eles nos podem ser conferidos, é verdade; mas quando nos propomos a encobrir nossos pecados ou satisfazer nosso orgulho, nossa vã ambição ou exercer controle ou domínio ou coação sobre a alma dos filhos dos homens, em qualquer grau de iniquidade, eis que os céus se afastam; o Espírito do Senhor se magoa e, quando se afasta, amém para o sacerdócio ou a autoridade desse homem”. 

Irmãos, essa é a palavra definitiva do Senhor sobre Sua autoridade divina. Não podemos duvidar quanto à obrigação que isso coloca sobre os ombros de cada um de nós que possuímos o sacerdócio de Deus.
Viemos à Terra em tempos conturbados. A bússola moral das multidões desviou-se gradualmente para uma posição em que “quase tudo é permitido”.

Já vivi o suficiente para testemunhar grande parte da metamorfose ocorrida nos valores morais da sociedade. Antigamente os padrões da Igreja e os da sociedade eram em grande parte compatíveis, mas hoje há um grande abismo entre nós, que está tornando-se cada vez maior.

Muitos filmes e programas de televisão retratam comportamentos que estão em franca oposição às leis de Deus. Não se submetam às insinuações ou à total imundície que com frequência neles encontramos. A letra de grande parte da música atual cai nessa mesma categoria. A linguagem profana tão difundida a nossa volta hoje em dia jamais teria sido tolerada num passado não muito distante. O nome do Senhor é tomado em vão muitas e muitas vezes. Relembrem comigo o mandamento — um dos dez — que o Senhor revelou a Moisés no Monte Sinai: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão”. 2 Entristece-me saber que qualquer um de nós esteja sujeito à linguagem profana e rogo para que não a usem. Imploro que não digam nem façam qualquer coisa da qual não possam orgulhar-se.

Permaneçam completamente afastados da pornografia. Não se permitam vê-la, jamais. Comprovou-se que ela é um vício dificílimo de se vencer. Abstenham-se de bebidas alcoólicas, de fumo e de qualquer outra droga, que também são vícios que lhes serão difíceis de sobrepujar.

O que vai protegê-los do pecado e do mal que os rodeiam? Afirmo que um forte testemunho de nosso Salvador e de Seu evangelho vai ajudá-los a manterem-se seguros. Se ainda não leram o Livro de Mórmon, leiam-no. Não vou pedir que levantem a mão. Se fizerem isso em espírito de oração e com sincero desejo de conhecer a verdade, o Espírito Santo vai manifestar a veracidade do Livro de Mórmon a vocês. Se ele for verdadeiro — como realmente é — então Joseph Smith foi um profeta que viu Deus, o Pai, e Seu Filho Jesus Cristo. A Igreja é verdadeira. Se ainda não têm um testemunho dessas coisas, façam o que for necessário para obtê-lo. É essencial que vocês tenham seu próprio testemunho, porque o testemunho dos outros não vai levá-los muito longe. Depois de adquirido, seu testemunho precisa ser mantido vivo e forte, por meio da obediência aos mandamentos de Deus, pela oração e pelo estudo regular das escrituras. Frequentem a igreja. Vocês, rapazes, frequentem o seminário ou o instituto, se houver no lugar em que moram.

Se houver qualquer coisa errada em sua vida, há um caminho de volta para vocês. Cessem todas as iniquidades. Conversem com seu bispo. Seja qual for o problema, ele pode ser resolvido com o devido arrependimento. Vocês podem tornar-se limpos novamente. O Senhor disse, referindo-se aos que se arrependem: “Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve”, 3 “e eu, o Senhor, deles não mais me lembro”. 

O Salvador da humanidade descreveu-Se como alguém que estava no mundo, mas não era do mundo. 5 Nós também podemos estar no mundo sem ser do mundo, se rejeitarmos conceitos e ensinamentos falsos e permanecermos fiéis ao que Deus ordenou.

Tenho pensado muito em vocês, rapazes, que estão em idade de casar, mas ainda não decidiram fazê-lo. Vejo moças adoráveis que desejam casar e criar uma família, mas suas oportunidades estão limitadas porque há tantos rapazes que adiam o casamento.

Essa não é uma situação nova. Muito foi dito a esse respeito pelos presidentes anteriores da Igreja. Quero compartilhar com vocês apenas um ou dois exemplos dos seus conselhos.

O Presidente Harold B. Lee disse: “Não estamos cumprindo nosso dever como portadores do sacerdócio se passarmos da idade de casar e fugirmos de um casamento honroso com uma dessas adoráveis mulheres”. 

O Presidente Gordon B. Hinckley disse o seguinte: “Sinto o coração tocado por (…) nossas irmãs solteiras, que anseiam por casar-se e não parecem conseguir. (…) Tenho bem menos compaixão pelos rapazes que, pelos costumes de nossa sociedade, têm a prerrogativa de tomar a iniciativa nesse assunto, mas em muitos casos deixam de fazê-lo”. 

Sei que há muitos motivos pelos quais vocês podem estar hesitantes em dar o passo para o casamento. Se estiverem preocupados com o sustento financeiro de uma esposa e família, asseguro-lhes de que não é vergonha um casal ter de pechinchar e economizar. É geralmente nessa época desafiadora que vocês vão tornar-se mais próximos, ao aprenderem a sacrificar-se e a tomar decisões difíceis. Talvez tenham medo de fazer a escolha errada. Quanto a isso digo que precisam exercer fé. Encontrem alguém que lhes possa ser compatível. Compreendam que não serão capazes de prever todos os desafios que podem surgir no casamento, mas tenham a certeza de que quase tudo pode ser resolvido se forem flexíveis e se estiverem comprometidos a fazer seu casamento dar certo.

Talvez estejam se divertindo um pouco demais com a vida de solteiro, com viagens extravagantes, com a compra de carros e brinquedos caros ou simplesmente levando a vida despreocupadamente com os amigos. Encontrei grupos de rapazes realizando atividades juntos, e admito que me perguntei por que não estavam saindo com as moças.

Irmãos, há um momento de se pensar seriamente no casamento e de procurar uma companheira com quem desejam passar a eternidade. Se vocês escolherem com sabedoria e se comprometerem a ter sucesso no casamento, nada há nesta vida que lhes trará maior felicidade.

Quando se casarem, irmãos, desejarão casar-se na casa do Senhor. Para vocês que possuem o sacerdócio, não deve haver outra opção. Tomem cuidado para não destruir sua elegibilidade para esse casamento. Vocês podem continuar seu namoro, dentro dos devidos limites, e ainda assim desfrutar momentos maravilhosos.

Irmãos, quero agora passar a outro assunto que me senti inspirado a abordar com vocês. Nos três anos desde que fui apoiado como Presidente da Igreja, creio que a responsabilidade mais triste e desanimadora que tive foi a de ter que lidar cada semana com cancelamentos de selamentos. Cada um deles foi precedido de um feliz casamento na casa do Senhor, onde um casal amoroso iniciou uma vida nova juntos, ansiando por passar o restante da eternidade um com o outro. E então, passaram-se meses e anos e, por um motivo ou outro, o amor desapareceu. Pode ser devido a problemas financeiros, falta de comunicação, temperamentos descontrolados, interferência da família, envolvimento em pecado. Há inúmeros motivos. Na maioria dos casos, o resultado não tem que ser o divórcio.

A grande maioria dos pedidos de cancelamento de selamento parte de mulheres que tentaram desesperadamente fazer o casamento dar certo, mas que, no final, não conseguiram sobrepujar os problemas.

Escolham uma companheira de modo cuidadoso e fervoroso. E quando se casarem, sejam ferrenhamente leais um ao outro. Vi um conselho inestimável numa placa emoldurada que estava na casa de meu tio e minha tia. Nela estava escrito: “Escolha seu amor, ame sua escolha”. Há grande sabedoria nessas poucas palavras. O comprometimento no casamento é absolutamente essencial.

Sua esposa é sua parceira igual. No casamento, nenhum é superior ou inferior ao outro. Vocês caminham lado a lado, como filho e filha de Deus. Ela não deve ser menosprezada nem insultada, mas, sim, respeitada e amada. O Presidente Gordon B. Hinckley disse: “Qualquer homem desta Igreja que (…) exercer sobre [a esposa] injusto domínio não é digno de possuir o sacerdócio. Ainda que ele tenha sido ordenado, os céus se afastarão, o Espírito do Senhor Se magoará e amém para a autoridade do sacerdócio desse homem”. 

O Presidente Howard W. Hunter disse o seguinte sobre o casamento: “A felicidade e o sucesso no casamento geralmente não é tanto uma questão de casar com a pessoa certa, mas, sim, de você ser a pessoa certa”. Gosto dessa frase. “O esforço consciente de fazer plenamente a sua parte é o elemento que mais contribui para o sucesso.” 

Há muitos anos, na ala que presidi como bispo, havia um casal que sempre tinha desavenças muito sérias e acaloradas. Realmente discordâncias fortes. Cada qual tinha certeza de sua opinião. Nenhum cedia ao outro. Quando não estavam discutindo, mantinham o que eu chamaria de trégua desconfortável.

Certo dia, às 2 horas da manhã, recebi um telefonema do casal. Queriam conversar comigo, e tinha de ser naquele momento. Arrastei-me para fora da cama, vesti-me e fui até a casa deles. Sentaram-se em lados opostos da sala, sem falar um com o outro. A esposa comunicava-se com o marido conversando comigo. Ele respondia, falando comigo. Pensei: “De que modo vamos conseguir unir esse casal?”

Orei por inspiração e tive a ideia de fazer-lhes uma pergunta. Eu disse: “Há quanto tempo vocês estiveram no templo para testemunhar um selamento?” Eles admitiram que fazia muito tempo. Em todos os outros aspectos, eram pessoas dignas que possuíam uma recomendação para o templo e que iam ao templo e faziam ordenanças por outras pessoas.

Perguntei-lhes então: “Aceitam vir ao templo comigo na quarta-feira pela manhã, às 8 horas? Vamos testemunhar uma cerimônia de selamento”.

Ao mesmo tempo, os dois perguntaram: “De quem será a cerimônia?”

Respondi: “Não sei. Será de quem quer que esteja casando-se naquela manhã”.

Na quarta-feira seguinte, na hora marcada, reunimo-nos no Templo de Salt Lake. Fomos os três a uma das belas salas de selamento, sem conhecer uma única pessoa na sala, exceto o Élder ElRay L. Christiansen, que era Assistente do Quórum dos Doze, um cargo dentre as Autoridades Gerais que existia na época. O Élder Christiansen iria realizar a cerimônia de selamento de um casal, justamente naquela sala, naquela manhã. Tenho certeza de que a noiva e a família dela pensaram: “Devem ser amigos do noivo”. E que a família do noivo pensou: “Devem ser amigos da noiva”. Meu casal estava sentado num pequeno sofá, com uns trinta centímetros de espaço entre eles.

O Élder Christiansen começou dando alguns conselhos aos jovens que se casavam, e o fez de modo muito belo. Mencionou como o marido deve amar a esposa, como deve tratá-la com respeito e cortesia, honrando-a como a rainha do lar. Depois, falou para a noiva sobre o modo pelo qual ela devia honrar o marido, como o cabeça do lar, e apoiá-lo de todas as maneiras.

Percebi que, à medida que o Élder Christiansen falava para os noivos, meu casal foi aproximando-se aos poucos um do outro. Em breve, estavam sentados um ao lado do outro. O que mais me agradou foi que ambos se moveram na mesma velocidade. No final da cerimônia, meu casal estava sentado bem juntinho um do outro, como se eles próprios fossem os recém-casados. Os dois sorriam.

Saímos do templo naquele dia, sem que ninguém soubesse quem éramos ou por que estávamos ali, mas meus amigos estavam de mãos dadas ao se dirigirem para a porta de saída. Suas diferenças tinham sido deixadas de lado. Não precisei dizer uma única palavra. Como podem ver, eles se lembraram do dia de seu próprio casamento e dos convênios que fizeram na casa de Deus. Estavam comprometidos a começar de novo e a esforçar-se mais dessa vez.

Se algum de vocês está tendo dificuldades em seu casamento, peço que façam tudo o que puderem para reparar o que for necessário, a fim de que sejam tão felizes como eram quando seu casamento começou. Nós, que nos casamos na casa do Senhor, fazemos isso para esta vida e por toda a eternidade, para depois nos empenharmos o quanto for necessário para que isso aconteça. Sei que há situações em que o casamento não pode ser salvo, mas sinto fortemente que na maior parte dos casos ele pode e deve ser salvo. Não deixem que seu casamento chegue ao ponto de estar em risco.

O Presidente Hinckley ensinou que cabe a cada um de nós, que possuímos o sacerdócio de Deus, disciplinar-nos para que estejamos acima dos caminhos do mundo. É essencial que sejamos homens honrados e decentes. Nossas ações devem ser irrepreensíveis.

As palavras que falamos, o modo como tratamos as pessoas e a maneira que levamos a vida, tudo isso afeta nossa eficácia como homens e rapazes que possuem o sacerdócio.

A dádiva do sacerdócio é inestimável. Ela traz consigo a autoridade de agir como servos de Deus, de ministrar aos enfermos, de abençoar nossa família e outras pessoas também. Sua autoridade pode estender-se além do véu da morte, pelas eternidades. Nada há que se compare a ele no mundo inteiro. Protejam-no, entesourem-no e sejam dignos dele.
Meus amados irmãos, que a retidão nos guie em todos os passos de nossa jornada pela vida. Que sejamos hoje e sempre portadores dignos do poder divino do sacerdócio que possuímos. Que ele abençoe nossa vida e que o usemos para abençoar a vida dos outros, como o fez Aquele que viveu e morreu por nós, sim, Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. Essa é minha oração, em Seu sagrado nome, Seu santo nome. Amém.
 

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