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quinta-feira, 4 de julho de 2013

26 razões para parar de ver pornografia

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Consequências destrutivas que a pornografia tem sobre um homem

As seguintes consequências são o que acontece quando um cristão vê pornografia. A lista cobre uma grande área dos resultados negativos que a pornografia tem sobre um homem que é seguidor de Jesus.
  1. Alienação de Deus. Você não mais se sente próximo de Deus. Você não experimenta o poder de Deus. Você não mais tem a alegria de sua salvação.
  2. Cega você para as consequências. Temporariamente te desliga da sua caminhada com Deus, de seus relacionamentos com sua esposa, seus filhos e outros. Te cega sobre o que te acontecerá espiritual, física, emocional, mental, social, vocacional e relacionalmente.
  3. Cria expectativas irrealistas. Os homens começam a pensar que toda mulher deveria se parecer com aquelas e que esse tipo de relação é como seu relacionamento com sua esposa deve ser.
  4. Distorce sua visão do sexo. A pornografia te faz acreditar que o sexo é somente para o prazer do homem e que as mulheres são simplesmente objetos a serem usados, ao invés de criações de Deus que devem ser honradas e respeitadas.
  5. Nunca é o bastante. A pornografia tem um efeito crescente. Como uma droga, você precisa de mais e mais para satisfazer a lascívia. Ela te leva rapidamente a um caminho de destruição e para bem longe da paz, alegria, e relacionamentos saudáveis.
  6. Liberdade sobre o que você pensa e faz é perdida. Você se torna escravo de seus pensamentos pecaminosos que levam a atos pecaminosos.
  7. A culpa depois que você vê pornografia. Mas a culpa não é o suficiente para te prevenir de fazer na próxima vez.
  8. A sexualidade saudável é obscurecida pela pornografia. Sexo saudável é somente o sexo marital, que inclui sexo regular, sexo altruísta e sexo amoroso.
  9. Te isola e faz você se sentir totalmente sozinho e como o único que luta contra a pornografia e a lascívia.
  10. Ameaça seu relacionamento com sua esposa ou futura esposa (se você é solteiro), seu testemunho de Jesus Cristo, e tudo em sua vida que é importante para você. Você põe tudo isso em risco pela pornografia.
  11. Te mantém em um ciclo de autodestruição. A pornografia parece medicar a dor em sua vida, mas somente adiciona mais dor à dor. A pornografia te leva a fazer coisas que você nunca pensou que faria. O pecado te levará para mais longe que você gostaria. Ele te manterá mais longe que você gostaria. E te custará mais do que você gostaria de pagar.
  12. Lascívia – lascívia sexual pecaminosa – te leva a atos sexuais pecaminosos. Pornografia posta em sua mente é como colocar gasolina no fogo do desejo sexual errôneo, resultando em pensamentos e ações destrutivas.
  13. Mascara a verdadeira ferida.Você está procurando a cura e torna as coisas piores.
  14. Nunca é uma experiência neutra. Você não pode ver pornografia e não ser afetado por isso. Essa experiência é sempre inconsistente com a Palavra de Deus.
  15. Objetifica as mulheres. A pornografia as transforma em objetos sexuais. Ela sequestra a capacidade do homem de ver uma mulher mais velha como uma figura materna, uma mulher da mesma idade como uma irmã e uma mulher mais nova como a figura de uma filha.
  16. Traz um prazer muito curto, seguido por dor e mais dor.
  17. Abandonar torna-se a luta de uma vida. Uma vez que você permite que a pornografia entre, há uma batalha violenta com Satanás e com sua velha natureza para se vigiar. Uma vez que você permite que a pornografia entre em sua vida, sempre haverá uma batalha. É uma batalha vencível, mas uma batalha diária.
  18. Permanece em sua mente para sempre. Satanás mantém aquela imagem repetindo em sua mente para criar um ciclo de luxúria pecaminosa e te levar de volta à pornografia. Você se torna ligado a uma imagem, não a uma pessoa.
  19. A vergonha entra em sua vida. Culpa é sentir-se mal por algo que você fez. A vergonha, no entanto, é baseada em sentir-se mal por quem você é. A pornografia traz vergonha. Deus nunca traz vergonha. Satanás sempre traz vergonha.
  20. A confiança é perdida com as pessoas que você mais ama e respeita.
  21. Abre a porta para todo pecado sexual. A pornografia é um portal, uma entrada que traz nada de bom e tudo de doloroso, como masturbação compulsiva, desejos, práticas sexuais perigosas, visita a lugares adultos, uso de prostituição, práticas sexuais pervertida e abuso sexual.
  22. Viola mulheres. Como? Você está colocando seu selo de aprovação em uma indústria que degrada e desumaniza mulheres.
  23. Um convite para olhar para outras mulheres.
  24. Extingue a verdade. A pornografia promove a mentira. Você mente para os outros, mente para Deus e mente para si mesmo. Você mente mais para cobrir velhas mentiras. Você se torna uma mentira viva.
  25. Te liga a uma imagem. Você fica preso e ligado à imagem ao invés de sua esposa ou futura esposa se você é solteiro.
  26. Fecha seus lábios para o louvor a Deus, falar sobre sua fé, contar aos outros como eles podem experimentar Deus.
Via: internautacristão

sábado, 12 de novembro de 2011

EU POSSO SER A MUDANÇA

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Hoje acontecerá em nossa cidade um evento voltado principalmente para os jovens, já que os jovens não ligam e não buscam saber sobre suas responsabilidades sociais e isso é uma forma para nossa cidade abrir a visão para o futuro e podermos Ser a Mudança em nossa sociedade!!

Apartir das 13:00hs na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O Livro dos Livros

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Élder Carlos A. Godoy
Quando tenho a oportunidade de falar sobre a Igreja com pessoas que não são membros, gosto de mencionar três verdades que, por serem tão diferentes das crenças comuns, chamam a atenção do interlocutor. São elas: o Plano de Salvação; a Revelação Contínua e o Livro de Mórmon. Nesses tópicos, somente duas conclusões são possíveis: ou são grandes verdades e todos precisam se unir a elas; ou somos um grupo de lunáticos que acredita em coisas impossíveis. Como elas são efetivamente verdades, nos tornamos então portadores de uma grande e valiosa doutrina. Nesta mensagem, eu gostaria de concentrar meus comentários no Livro de Mórmon.

1. Porque o Livro de Mórmon É Tão Polêmico para os Não Membros da Igreja?
Creio que uma das razões para esse tipo de sentimento é a dificuldade em aceitar outro livro de escrituras além da Bíblia.

Acreditar que o Senhor também Se revelou a outro povo e declarou Sua vontade e doutrina a eles, e que isso tenha sido registrado, está fora do senso comum. Uma escritura no final da Bíblia é utilizada como suporte a esses sentimentos. "Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro" (Apocalipse 22:18, grifo do autor). Por ter essa sentença aparecido no último livro da Bíblia, a mensagem sugere que nada mais poderia ser acrescentado às escrituras.

Em contrapartida, outra referência semelhante encontra-se em Deuteronômio 4:2, no início da Bíblia: "Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando" (grifo do autor). Se formos utilizar o mesmo raciocínio, nada mais poderia ter sido acrescentado depois de Deuteronômio, o que anularia todo o restante da Bíblia! Portanto, a conclusão é que ambas as referências não tratavam do acréscimo de novas escrituras, mas sim do acréscimo de falsas doutrinas às verdades estabelecidas.

O Senhor comentou sobre essas restrições a novas revelações: "E isto eu faço para provar a muitos que sou o mesmo ontem, hoje e para sempre; e que pronuncio minhas palavras segundo minha própria vontade. E porque eu disse uma palavra não deveis supor que não possa dizer outras; pois meu trabalho ainda não está terminado nem estará até o fim do homem nem desde aí para sempre" (2 Néfi 29:9, grifo do autor).

2. Por que o Livro de Mórmon É Tão Importante para Nós, Membros da Igreja?
O Presidente Ezra Taft Benson (1899" 1994) respondeu a essa pergunta em seu livro A Witness and a Warning [Uma Testemunha e um Aviso] citando três grandes razões:

a) Ele é a pedra fundamental de nossa religião. Utilizando as palavras do profeta Joseph Smith, "Tirem o Livro de Mórmon e as revelações e onde está nossa religião? Não temos nenhuma" (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph Smith, p. 204). Diferentemente da Bíblia, que passou por gerações de copistas, tradutores e religiosos corruptos, o Livro de Mórmon veio direto do escritor para o leitor por intermédio de apenas uma tradução inspirada.
Se o Livro de Mórmon é verdadeiro " e milhões têm esse testemunho - isso significa que Joseph Smith foi um profeta de Deus e, consequentemente, a Igreja por ele restaurada é a única Igreja verdadeira na face da Terra. Se o livro fosse falso, tudo em que acreditamos cairia por terra. Por essa razão, os inimigos da Igreja tentam - sem sucesso - desde o início dessa obra, desacreditar seu conteúdo e suas verdades.

b) Ele foi escrito para os nossos dias. Os nefitas nunca tiveram acesso ao livro, tampouco os lamanitas dos tempos antigos. Ele foi escrito para nós. O profeta Mórmon compilou os registros nos tempos finais da civilização nefita e, sob inspiração, escolheu histórias, discursos e eventos que seriam valiosos para nós, nos dias atuais. Morôni de fato viu os nossos dias e escreveu: "Eis que eu vos falo como se estivésseis presentes e, contudo, não estais. Mas eis que Jesus Cristo vos mostrou a mim e conheço as vossas obras" (Mórmon 8:35).
Que lições esses profetas foram inspirados a registrar para os nossos dias? Alguns exemplos são:
(1) Como nos prepararmos para a Segunda Vinda com base na visita de Cristo às Américas;
(2) Como viver em tempos de guerra;
(3) Como lidar com perseguições e apostasia;
(4) Como fazer o trabalho missionário;
(5) Como vencer os perigos do materialismo e do orgulho, entre outros. 
Não são esses acontecimentos do passado muito similares aos de nossos dias?

c) Ele nos aproxima de Deus mais do que qualquer outro livro. "Existe um poder no livro que começa a fluir para nossa vida no momento em que iniciamos um estudo sério de seu conteúdo. Descobrirão maior poder para resistir à tentação. Encontrarão poder para evitar as dissimulações. Encontrarão poder para permanecer no caminho reto e estreito. (...) Quando iniciarem a ter fome e sede dessas palavras, descobrirão vida cada vez mais abundante" (Presidente Ezra Taft Benson, "O Livro de Mórmon - Pedra Angular de Nossa Religião", A Liahona, janeiro de 1987, p. 3).

3. O que o Salvador Pensa a Respeito do Livro de Mórmon?
Uma boa maneira de avaliar isso é vermos, segundo o Presidente Benson, em que ordem o Senhor colocou o Livro de Mórmon na sequência da Restauração. A única coisa que o antecedeu foi a Primeira Visão. Logo depois dela, veio o Livro de Mórmon. Esse livro veio antes da restauração do sacerdócio, das revelações sobre os graus de glória, do casamento celestial, do trabalho pelos mortos e antes da organização da própria Igreja. Isso mostra o que o Livro de Mórmon representa para o Senhor e para Sua obra nos últimos dias.

Somos privilegiados por termos o Livro de Mórmon. O Senhor espera que o usemos de diferentes maneiras. Somos exortados a estudá-lo, a ponderar em nosso coração e orar a respeito de seus ensinamentos (ver Morôni 10:4). Somos exortados a usá-lo em nossas mensagens (ver D&C 42:12). Mais do que tudo, somos exortados a viver seus princípios, pois "um homem poderia aproximar- se mais de Deus seguindo seus preceitos do que os de qualquer outro livro" (Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph Smith, p. 68).

Tenho um testemunho pessoal do Livro de Mórmon. Seus ensinamentos têm-me fortalecido e abençoado em diferentes épocas de minha vida.Encontro nele respostas para minhas orações e forças nos momentos de dificuldade. Sem dúvida, é o Livro dos livros.
 
 

sábado, 17 de setembro de 2011

Crenças Básicas

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www.mormon.org.br

As declarações a seguir são conhecidas como As Regras de Fé. Joseph Smith, o primeiro Presidente d’A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, escreveu-as em 1842, após ter-lhe sido pedido que explicasse as crenças da Igreja. As Regras de Fé, posteriormente, se tornaram doutrina oficial da Igreja.

“1. Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em Seu Filho, Jesus Cristo, e no Espírito Santo.

2. Cremos que os homens serão punidos por seus próprios pecados e não pela transgressão de Adão.

3. Cremos que, por meio da Expiação de Cristo, toda a humanidade pode ser salva por obediência às leis e ordenanças do Evangelho.

4. Cremos que os primeiros princípios e ordenanças do Evangelho são: primeiro, Fé no Senhor Jesus Cristo; segundo, Arrependimento; terceiro, Batismo por imersão para remissão de pecados; quarto, Imposição de mãos para o dom do Espírito Santo.

5. Cremos que um homem deve ser chamado por Deus, por profecia e pela imposição de mãos, por quem possua autoridade para pregar o Evangelho e ministrar suas ordenanças.

6. Cremos na mesma organização que existia na Igreja Primitiva, isto é, apóstolos, profetas, pastores, mestres, evangelistas, etc.

7. Cremos no dom de línguas, profecia, revelação, visões, cura, interpretação de línguas, etc.

8. Cremos ser a Bíblia a palavra de Deus, desde que esteja traduzida corretamente; também cremos ser o Livro de Mórmon a palavra de Deus.

9. Cremos em tudo o que Deus revelou, em tudo o que Ele revela agora e cremos que Ele ainda revelará muitas coisas grandiosas e importantes relativas ao Reino de Deus.

10. Cremos na coligação literal de Israel e na restauração das Dez Tribos; que Sião (a Nova Jerusalém) será construída no continente americano; que Cristo reinará pessoalmente na Terra; e que a Terra será renovada e receberá sua glória paradisíaca.

11. Pretendemos o privilégio de adorar a Deus Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde ou o que desejarem.

12. Cremos na submissão a reis, presidentes, governantes e magistrados; na obediência, honra e manutenção da lei.

13. Cremos em ser honestos, verdadeiros, castos, benevolentes, virtuosos e em fazer o bem a todos os homens; na realidade, podemos dizer que seguimos a admoestação de Paulo: Cremos em todas as coisas, confiamos em todas as coisas, suportamos muitas coisas e esperamos ter a capacidade de tudo suportar. Se houver qualquer coisa virtuosa, amável, de boa fama ou louvável, nós a procuraremos.”
(Joseph Smith Jr.)

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A Casa do Senhor

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“Em sua glória fulgurante, o templo parece acenar para todos os que lhe contemplam o esplendor: ‘Vinde! Vinde à casa do Senhor. Aqui há repouso para os cansados e paz para a alma.(…) O [templo] prepara todos aqueles que nele entram para retornar ao lar celestial —, à família e a Deus”

Thomas S. Monson


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Artigos para Jovens

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Para ajudá-los a tornar-se tudo o que o Senhor deseja, ajoelhem-se a cada dia e expressem a Ele os desejos de seu coração. Ele é a fonte de toda sabedoria, e vocês necessitam de Sua ajuda. Ele os ouvirá e lhes responderá.Leiam diariamente as escrituras. Elas são uma fonte poderosa de revelação pessoal e uma força constante para o seu testemunho. Lembrem-se dos convênios que fizeram ao ser batizados e que renovam a cada semana, quando partilham do sacramento, e guardem-nos.
Os rapazes devem guardar os convênios que fizeram quando receberam o sacerdócio. Guardando-os agora, os ajudará a preparar-se para os convênios do templo que farão no futuro.
 
Para o Vigor da Juventude, pág. 40.
 

PAIS E FILHOS

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Link para este Vídeo: http://youtu.be/hQDGO70Yw_k

Fonte:

Moças

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“Irmãs, amamos vocês. Oramos por vocês. Sejam fortes e tenham bom ânimo. Vocês são realmente nobres filhas espirituais do Deus Todo-Poderoso. São princesas, destinadas a tornarem-se rainhas. Sua própria história maravilhosa já começou.
O seu “Era uma vez” é agora. Como Apóstolo do Senhor Jesus Cristo, deixo com vocês minha bênção e a promessa de que, se aceitarem e viverem esses valores e princípios do evangelho restaurado de Jesus Cristo, “[estarão] preparadas para fortalecer o lar e a família, fazer e guardar convênios sagrados, receber as ordenanças do templo e desfrutar as bênçãos da exaltação”.
Presidente Dieter F. Uchtdorf, Segundo Conselheiro na Primeira Presidência. A Liahona, maio de 2010, pág. 127


Links 

Para o Vigor da Juventude

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Queridos rapazes e moças, depositamos grande confiança em vocês. Vocês são espíritos escolhidos que nasceram nestes dias em que as responsabilidades e oportunidades, assim como as tentações, são as maiores. Estão iniciando sua jornada por esta vida mortal. Seu Pai Celestial deseja que ela seja alegre e que os leve de volta à Sua presença.
  
As decisões que tomarem agora determinarão em grande parte aquilo que ocorrerá durante sua vida e na eternidade. (...) Oramos por todos vocês. Que possam manter sua mente e corpo limpos dos pecados do mundo, para que possam realizar o grande trabalho que se encontra à sua frente.

Oramos para que possam ser dignos de levar adiante as responsabilidades de edificar o reino de Deus e preparar o mundo para a Segunda Vinda do Salvador.

A Primeira Presidência. Para o Vigor da Juventude, pág. 2-3.
 
 
 

  
Músicas do vídeo 2010 Um Novo Ano - A Alegria de ser jovem
Aqui você pode ouvir ou fazer o download das músicas em formato mp3. Todas as músicas foram cantadas e gravadas em inglês.
 
» icon_mp3 All Is Well Play
» icon_mp3 Be Strong  (icon_pdf download da partitura, com letra em inglês)
» icon_mp3 We Seek after These Things
» icon_mp3 Youth
» icon_mp3 Friends
» icon_mp3 Hunger
» icon_mp3 Light
» icon_mp3 Faith
» icon_mp3 Study
» icon_mp3 Prayer
» icon_mp3 Revelation
» icon_mp3 Hold Fast
» icon_mp3 Gather
» icon_mp3 Walk
» icon_mp3 Remember
» icon_mp3 Serve
» icon_mp3 Steadfast
» icon_mp3 Harvest
» icon_mp3 Home
» icon_mp3 Family
» icon_mp3 Press On
» icon_mp3 Time
» icon_mp3 Things to Come
» icon_mp3 Brightly Beams
» icon_mp3 I Stand All Amazed
 
 
Download da capa do DVD 2010 Um Novo Ano - A Alegria de ser jovem
 
From Every Nation - História de jovens exemplares em todo o mundo 
 

Quem é Jesus Cristo?

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Boyd K. Packer - Do Quórum dos Doze Apóstolos
Ao se reunir com os Doze em Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou: “Quem dizeis que eu sou?” E Simão Pedro, o principal dos Apóstolos, respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:15–16). Mais tarde, Pedro testificou que Jesus “foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo” (I Pedro 1:20). Ele estava “no princípio com o Pai e [é] o Primogênito” (D&C 93:21).

Quando o plano do Pai — o plano de salvação e felicidade (ver Alma 34:9) — foi apresentado (ver Alma 42:5, 8), foi requerido que um de Seus filhos expiasse a fim de proporcionar a redenção e a misericórdia para todos os que aceitassem o plano (ver Alma 34:16; 39:18; 42:15). O Pai perguntou: “Quem enviarei?” E Aquele, que viria a ser conhecido como Jesus, de livre e espontânea vontade respondeu: “Eis-me aqui, envia-me” (Abraão 3:27). “Pai, faça-se a tua vontade e seja tua a glória para sempre” (Moisés 4:2).
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Fonte: sud.tvieira.net

A Expiação e a Ressurreição.

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Élder D. Todd Christofferson
Sinto-me honrado por poder ter esta oportunidade de compartilhar alguns pensamentos sobre a Expiação e Ressurreição de Jesus Cristo. Tenho lutado, como muitos de vocês, com uma mente limitada a fim de compreender o infinito sacrifício do Salvador. Não pretendo ser capaz de ir às profundezas do assunto, mas espero poder oferecer uma abordagem ou duas que possam nos ser úteis e de encorajamento, conforme refletimos novamente sobre os grandes eventos daqueles poucos dias que fizeram toda a diferença em nossa existência.

Em nossas mentes, tentamos nos colocar de volta no tempo, naquele fim de semana da primeira Páscoa. Hoje é sábado, o Sabbath judeu. Aqui estamos—os eventos de ontem e do dia anterior tiveram um tremendo impacto sobre nós. Era quinta-feira à noite quando a última ceia ocorreu. Depois disso, Jesus passou para além do ribeiro e para o Jardim de Getsêmani e seu sofrimento lá foi tamanho, que nenhum de nós pode totalmente testemunhar ou certamente compreender. Foi talvez nas primeiras horas da manhã de ontem que todo o restante se sucedeu. Ontem, ele foi agredido e abusado por aqueles com autoridade, tanto judeus como romanos. Ele foi finalmente condenado por Pilatos e açoitado. Faz menos de vinte e quatro horas desde que testemunhamos a terrível cena de Sua crucifixação, estando Ele pendurado na cruz e sofrendo intensamente de novo. Foi uma hora muito, muito escura, apesar de não ter se passado muitas horas.

Apressadamente colocamos Seu corpo na tumba antes do pôr-do-sol de ontem. Agora, aqui estamos em seu Sabbath. É meio-dia, e estamos divagando, em descrença e confusão. Pensáramos que seria Ele quem salvaria Israel. Pensáramos que Ele era o Messias, mas Ele se foi; Ele está morto.
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Fonte: sud.tvieira.net/

Os Propósitos Precisos do Livro de Mórmon.

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Jay E. Jensen
Quando era um jovem aluno do ensino médio, desenvolvi um amor pela leitura de bons livros. Tenho certeza que muito de minha motivação veio de minha mãe. Bons livros sempre estavam disponíveis em nossa casa. Nós também tínhamos a biblioteca pública local. O sábado era dia de compras, e minha mãe dirigia a curta distância de Mapleton a Springville, em Utah, para fazer as compras de supermercado da semana. A biblioteca da cidade ficava a uma quadra do mercado e muitas vezes passei meu tempo lendo na biblioteca em vez de segui-la pelos corredores do supermercado – uma tarefa bastante monótona.

De alguma forma, durante todos estes anos de leitura, falhei em aprender a importância da leitura dos prefácios ou introdução dos livros, e tenho certeza que foi minha culpa, e não de meus professores. Mais tarde, na faculdade, aprendi que ler o prefácio é uma das coisas mais importantes a fazer, pois nele conhecemos os propósitos declarados dos autores ou intenções e informações importantes dos antecendentes referentes ao texto.

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Fonte: sud.tvieira.net

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Rapazes

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"Ao cumprir seu dever para com Deus, vocês serão uma força para o bem o tempo todo e em todas as circunstâncias. Seu exemplo de retidão e serviço fiel no sacerdócio será uma vigorosa maneira de convidar a todos os que os conhecem a virem a Cristo. Na época mais atribulada que atravessaram, os nefitas dependiam da liderança e  inspiração de um rapaz, Mórmon (ver Mórmon 2:1–2). 

Hoje, dependemos de vocês para serem uma grande força para a Igreja e para o bem na Terra. É isso o que o Senhor espera.”

David L. Beck, Presidente Geral dos Rapazes. A Liahona, maio de 2010, pág. 55

Fonte:  www.juventudesud.org.br

domingo, 14 de agosto de 2011

MENSAGEM A LIAHONA AGOSTO 2011 - MESTRE FAMILIAR

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Thomas S. Monson

Amor no Lar Conselhos de Nosso Profeta

Vida Familiar Abençoada

“Depois de experimentar muitas coisas e vagar por regiões distantes, vemos o quanto tantas coisas no mundo são efêmeras e superficiais e ficamos ainda mais gratos pelo privilégio de fazer parte de algo com que podemos contar: o lar, a família e a lealdade de nossos entes queridos. Aprendemos o que significam os laços do dever, do respeito e de pertencermos a um grupo. Aprendemos que nada pode substituir plenamente o venturoso relacionamento da vida em família.”1

Partilhar Nosso Amor

“Elogiem os filhos e abracem-nos, externem seu amor com mais frequência, sempre expressem gratidão. Nunca permitam que um problema a ser resolvido se torne mais importante do que uma pessoa a ser amada. Os amigos se mudam, os filhos crescem e os entes queridos morrem. É muito fácil deixar de dar o devido valor às pessoas, até o momento em que saem de nossa vida e ficamos com o sentimento de que as coisas poderiam ter sido diferentes. (…)
Desfrutemos a vida, achemos alegria na jornada e partilhemos nosso amor com amigos e familiares. Um dia, todos chegaremos ao fim da vida. Não adiemos o que é mais importante.”2

Demonstrar Nosso Amor

“Irmãos, tratemos nossa esposa com dignidade e respeito. Elas são nossas companheiras eternas. Irmãs, honrem seu marido. Eles precisam ouvir palavras amáveis, precisam de um sorriso amigo, precisam de gestos ternos que demonstrem verdadeiro amor. (…)
Para vocês, pais, digo: expressem seu amor por seus filhos. Vocês sabem que os amam, mas certifiquem-se de que eles também saibam disso. Eles são extremamente preciosos. Façam com que saibam disso. Peçam a ajuda de nosso Pai Celestial ao atenderem às necessidades deles todos os dias e ao lidarem com os desafios que todos os pais inevitavelmente enfrentam. Vocês precisam de mais do que apenas a sua própria sabedoria para criá-los.”3

Externar Nosso Amor

“Vocês, que são pais e mães, expressem seu amor a seus filhos. Orem por eles, para que sejam capazes de suportar os males do mundo. Orem para que a fé e o testemunho deles cresçam. Orem para que procurem levar uma vida cheia de virtude e serviço ao próximo.
Filhos, façam com que seus pais saibam que vocês os amam. Façam com que saibam o quanto vocês valorizam o que eles fizeram e continuam a fazer por vocês.”4

O Mais Importante

“O mais importante quase sempre envolve as pessoas a nosso redor. Frequentemente, presumimos que elas devem saber o quanto as amamos. Mas não devemos presumir, precisamos fazer com que saibam. William Shakespeare escreveu: ‘Quem não demonstra seu amor, não ama’. Jamais nos arrependeremos das palavras bondosas proferidas ou do afeto demonstrado. Em vez disso, vamos arrepender-nos, se omitirmos tais coisas em nosso relacionamento com aqueles que mais significam para nós.”5

Aproximar-se do Céu

“Que nossa família e nosso lar sejam repletos de amor: amor uns aos outros, amor ao evangelho, amor ao próximo e amor ao Salvador. Com isso, nós, aqui na Terra, ficaremos um pouquinho mais perto do céu.
Façamos de nossa casa um santuário para onde os membros da nossa família sempre queiram retornar.”6

Oração pelas Famílias

“Uma vez que a unidade familiar está sofrendo inúmeros ataques no mundo de hoje e muitas coisas consideradas sagradas há tanto tempo agora são alvo de deboche, pedimos-Te, Pai, que nos permitas estar à altura das dificuldades que enfrentamos, a fim de permanecermos firmes em defesa da verdade e da retidão. Que nosso lar seja um santuário de paz, amor e espiritualidade.”7

Ensinar Usando Esta Mensagem

“Em um tipo de atividade didática, o professor apresenta uma pergunta ou situação e dá tempo aos alunos para que sugiram soluções ou ideias livremente” (Ensino, Não Há Maior Chamado, 2009, p. 160). Ao ler este artigo com a família, peça-lhes que identifiquem conselhos ou ideias que considerarem marcantes. Em seguida, os membros da família podem alistar livremente maneiras de aumentar o amor no lar. Se desejar, peça à família que examine essas ideias numa noite familiar próxima.

Nossa Mãe Nos Resgatou

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Quando eu tinha seis anos de idade, eu e minha irmãzinha estávamos assistindo a uma partida de basquete de nossa irmã mais velha. Logo depois que meu pai foi para casa, sentimos vontade de ir com ele, por isso corremos atrás dele na chuva. Como não conseguimos achá-lo, voltamos ao estádio para pegar carona com nossa mãe, mas quando lá entramos todos já tinham ido embora.

Lembro-me de ter ficado juntinho de minha irmã sob um portal, tentando evitar a chuva e orando para que alguém fosse até onde estávamos. Depois, recordo que ouvimos a porta de nosso furgão vermelho fechar-se e saímos correndo rumo àquele som. Foi então que ocorreu um dos fatos de minha infância que lembro com mais nitidez: nossa mãe nos abraçando “como a galinha ajunta seus pintos sob as asas” (3 Néfi 10:4). Nossa mãe nos resgatara, e nunca senti mais segurança do que naquele momento.

Quando penso na influência dela sobre mim, vejo que a vida de minha mãe me orientou rumo ao Salvador e me mostrou o que significa “[socorrer] os fracos, [erguer] as mãos que pendem e [fortalecer] os joelhos enfraquecidos” (D&C 81:5). Ela confiava em Jesus Cristo, que lhe deu forças adicionais que ela fora “buscar [Nele]” (“Sim, Eu Te Seguirei”, Hinos, nº 134)
Nunca senti mais segurança do que no momento em que nossa mãe nos abraçou.

sábado, 13 de agosto de 2011

JESUS CRISTO

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A Expiação

 
É impossível encontrar palavras para explicar o significado pleno da Expiação, que é o evento mais importante na história do mundo. Por meio de Seu sofrimento no Jardim do Getsêmani e sobre a cruz, o Salvador expiou os nossos pecados. Esta é uma boa notícia para todas as pessoas!

Não há como compreender totalmente como Jesus sofreu por nossos pecados. Mas sabemos que no Jardim do Getsêmani, o peso de nossos pecados fez com que Ele sentisse tamanha agonia, que sangrou por todos os poros (Lucas 22:39-44).

Depois, ao ser pregado na cruz, Jesus entregou-se a uma morte dolorosa, por um dos métodos mais cruéis que jamais se conheceu. O Salvador nos disse: Pois eis que eu (...) sofri essas coisas por todos, para que não precisem sofrer (...) como eu sofri [Doutrina e Convênios 19:16-17]
Jesus Cristo fez o que somente Ele poderia, para a expiação de nossos pecados. Para que Seu Sacrifício Expiatório possa ser eficaz em nossa vida, precisamos ter fé em Cristo, arrepender-nos de nossos pecados, ser batizados, receber o Espírito Santo, obedecer aos mandamentos de Deus esforçar-nos para ser como Ele.

Ao fazermos essas coisas, por intermédio de Sua Expiação, poderemos voltar a viver com Ele e nosso Pai Celestial para sempre.

Bíblia Sagrada

A Bíblia Sagrada testifica de Jesus Cristo e influenciou e auxiliou milhares de Seus seguidores.Trata-se de uma coleção de registros sagrados que contêm as revelações de Deus e relatos de Seus concertos com Seus filhos.

Os registros históricos contidos na Bíblia abrangem muitos séculos, desde o tempo de Adão até a morte dos Apóstolos. Os livros da Bíblia foram escritos por profetas e a respeito deles, que viveram em várias épocas da história do mundo.

O Velho Testamento contém textos sagrados escritos antes do nascimento de Cristo. Muitos profetas do Velho Testamento predisseram a vinda de um Salvador e de um Redentor.
O Novo Testamento conta a vida desse Salvador e Redentor, que é Jesus Cristo. Também relata como a Sua Igreja foi originalmente estabelecida.

Ele Ressuscitou

 
Há muitas testemunhas do Jesus Cristo ressurreto encontradas na Bíblia.
A primeira testemunha foi Maria Madalena, uma mulher fiel que viu o Salvador pouco depois de Ele haver se levantado de Seu sepulcro. Ela foi e anunciou a Seus discípulos em Jerusalém (João 20:11-18)
Na estrada para Emaús, Cristo caminhou ao lado de dois de Seus discípulos e conversou com eles. Mais tarde visitou-os em sua casa. (Lucas 24:13-35).
Naquela noite, apareceu a um grupo de Seus Apóstolos.O Apóstolo Tomé, que não esteve lá, não acreditou que Cristo estivesse realmente vivo até uma semana depois, quando ele próprio tocou nos ferimentos de Cristo (João 20:19-29).
O Apóstolo Paulo declara que o Cristo ressuscitado apareceu posteriormente a "uma vez, (há) mais de quinhentos irmãos" e, depois ao próprio Paulo (I Coríntios 15:6-8)

Nosso Salvador

 
Jesus Cristo é o Filho de Deus. Ele é o Filho Unigênito do Pai Celestial na carne. É o nosso Redentor. Por intermédio de Jesus Cristo, o Pai Celestial proporcionou-nos um meio pelo qual todas as pessoas podem tornar-se como Ele e voltar a viver com Ele para sempre.

Nós amamos a Cristo. Adoramos a Cristo. Ele é o nosso exemplo e o nosso Salvador.
Quando Jesus viveu sobre a Terra (há aproximadamente 2.000 anos), Sua vida foi perfeita. Ele ensinou por palavra e exemplo que as pessoas devem viver cheias de amor a Deus e ao próximo.

Por intermédio de Seu sofrimento no Jardim do Getsêmani e do sacrifício de Sua vida na cruz, ou seja, por meio da Expiação, Jesus Cristo salva-nos de nossos pecados (I Pedro 2:21); contanto que O sigamos. Graças à Expiação, podemos ser perdoados de nossos pecados se nos arrependermos sinceramente (Livro de Mórmon, Mosias 26:30).

Por meio de Sua Ressurreição, Jesus Cristo salvou-nos da morte. Graças a Ele ter vencido a morte, nós receberemos a dádiva da ressurreição (Atos 24:15; I Coríntios 15:22). Quando a vida nesta Terra terminar, Jesus Cristo será o Juiz Supremo. (Atos 17:31; João 5:21-22; Atos 10:42)

O Cristo Vivo

 

Ao comemorarmos o nascimento de Jesus Cristo, ocorrido há dois mil anos, oferecemos nosso testemunho da realidade de Sua vida incomparável e o infinito poder de Seu grande sacrifício expiatório. Ninguém mais exerceu uma influência tão profunda sobre todos os que já viveram e ainda viverão sobre a face da Terra.

Ele foi o Grande Jeová do Velho Testamento e o Messias do Novo Testamento. Sob a direção de Seu Pai, Ele foi o criador da Terra. "Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez." (João 1:3) Embora jamais tivesse cometido pecado, Ele foi batizado para cumprir toda a justiça. Ele "andou fazendo bem" (Atos 10:38), mas foi desprezado por isso. Seu evangelho era uma mensagem de paz e boa vontade. Ele pediu a todos que seguissem Seu exemplo. Ele caminhou pelas estradas da Palestina, curando os enfermos, fazendo com que os cegos vissem e levantando os mortos. Ele ensinou as verdades da eternidade, a realidade de nossa existência pré-mortal, o propósito de nossa vida na Terra e o potencial que os filhos e filhas de Deus têm em relação à vida futura.

Ele instituiu o sacramento como lembrança de Seu grande sacrifício expiatório. Foi preso e condenado por falsas acusações, para satisfazer uma multidão enfurecida, e sentenciado a morrer na cruz do Calvário. Ele deu Sua vida para expiar os pecados de toda a humanidade. Seu sacrifício foi uma grandiosa dádiva vicária em favor de todos os que viveriam sobre a face da Terra.

Prestamos solene testemunho de que Sua vida, que é o ponto central de toda a história humana, não começou em Belém nem se encerrou no Calvário. Ele foi o Primogênito do Pai, o Filho Unigênito na carne, o Redentor do mundo.

Ele levantou-Se do sepulcro para ser "feito as primícias dos que dormem". (I Coríntios 15:20) Como Senhor Ressuscitado, Ele visitou aqueles que havia amado em vida. Ele também ministrou a Suas "outras ovelhas" (João 10:16) na antiga América. No mundo moderno, Ele e Seu Pai apareceram ao menino Joseph Smith, dando início à prometida "dispensação da plenitude dos tempos". (Efésios 1:10)

A respeito do Cristo Vivo, o Profeta Joseph escreveu: "Seus olhos eram como uma labareda de fogo; os cabelos de sua cabeça eram brancos como a pura neve; seu semblante resplandecia mais do que o brilho do sol; e sua voz era como o ruído de muitas águas, sim, a voz de Jeová, que dizia:
Eu sou o primeiro e o último; sou o que vive, sou o que foi morto; eu sou vosso advogado junto ao Pai". (D&C 110:3-4)

A respeito Dele, o Profeta também declarou: "E agora, depois dos muitos testemunhos que se prestaram dele, este é o testemunho, último de todos, que nós damos dele: Que ele vive!
Porque o vimos, sim, à direita de Deus; e ouvimos a voz testificando que ele é o Unigênito do Pai. Que por ele e por meio dele e dele os mundos são e foram criados; e seus habitantes são filhos e filhas gerados para Deus". (D&C 76:22-24).

Declaramos solenemente que Seu sacerdócio e Sua Igreja foram restaurados na Terra, "edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina". (Efésios 2:20)

Testificamos que Ele voltará um dia à Terra. "E a glória do Senhor se manifestará, e toda a carne juntamente a verá." ( . . .) (Isaías 40:5) Ele governará como Rei dos Reis e reinará como Senhor dos Senhores, e todo joelho se dobrará e toda língua confessará em adoração perante Ele. Cada um de nós será julgado por Ele de acordo com nossas obras e os desejos de nosso coração.

Prestamos testemunho, como Apóstolos Seus, devidamente ordenados, de que Jesus é o Cristo Vivo, o Filho imortal de Deus. Ele é o grande Rei Emanuel, que hoje Se encontra à direita de Seu Pai. Ele é a luz, a vida e a esperança do mundo. Seu caminho é aquele que conduz à felicidade nesta vida e à vida eterna no mundo vindouro. Graças damos a Deus pela incomparável dádiva de Seu Filho divino.

O Livro de Mórmon

O Livro de Mórmon é uma outra testemunha de que Jesus Cristo viveu realmente, e que foi e é o Filho de Deus. Ele contém os escritos de antigos profetas. Um deles, Leí, viveu em Jerusalém perto de 600 A.C.Deus mandou que Leí levasse um pequeno grupo de pessoas para o continente americano. Ali, eles se tornaram uma grande civilização.

Deus continuou a chamar profetas entre essas pessoas. O Livro de Mórmon é uma coleção de escritos de seus profetas e registradores. Ele recebeu o nome de Mórmon, um dos últimos desses profetas antigos.

Esses profetas conheciam o plano do Pai Celestial para Seus filhos e a missão de Jesus Cristo. Eles registraram que Cristo apareceu aos povos da América depois de Sua Ressurreição, Ele lhes ensinou Seu evangelho e formou Sua Igreja entre eles. O livro contém os ensinamentos de Jesus Cristo, testificando a respeito de Sua Expiação e Seu amor. Ele apóia e confirma a Bíblia.
O Livro de Mórmon termina com uma grande promessa de que aqueles que o lerem e orarem sinceramente a seu respeito, podem saber, pelo Espírito Santo que ele é verdadeiro (Morôni 10:4).


 


quinta-feira, 21 de julho de 2011

PERMANECER ATÉ O FIM

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Como mencionado acima, fé, arrependimento, batismo e dom do Espírito Santo ("Os Primeiros Princípios e Ordenanças do Evangelho") não são suficientes para garantir a salvação; depois destes passos iniciais é requerido um compromisso contínuo para o progresso pessoal. Este compromisso, que os mórmons chamam de "permanecer até o fim", inclui tanto mudanças interiores quanto mudanças exteriores. Interiormente, temos que buscar mudar os nossos corações para alinhar a nossa vontade com a vontade de Deus. Essa mudança vem à medida que desenvolvemos fé em Jesus Cristo. Exteriormente, temos que fazer boas obras ao escolher guardar os mandamentos que Deus tem revelado através de Seus profetas e apóstolos antigos e modernos. Em vez de tentar achar uma religião que "melhor bate" com nosso estilo de vida ou "escolher" quais normas religiosas aceitaremos (religião a la cart), devemos ativamente buscar a vontade de Deus e fazê-la. Deus abençoa aqueles que permanecem fiéis até o fim ao esforçarem-se tanto a desenvolver sua fé em Cristo quanto a guardar os Seus mandamentos.
Scriptures(Escrituras: Salvação pela Fé e pelas Obras)
A ênfase Mórmon em guardar os mandamentos não deve ser mal-interpretada. Especificamente:
  • Mórmons não acreditam que a meta do homem deve ser "ganhar os benefícios de Deus" ao fazer a Sua vontade, nem temos uma atitude de "obrigar" Deus a nos salvar ou de "ganhar" a nossa própria salvação através de nossas boas obras, como alegam alguns; ao contrário, vemos Deus como um Pai bondoso e perfeitamente misericordioso que já nos ama além de nossa compreensão mortal e está ansioso para ver cada um de nós alcançar nosso maior potencial. Além de ser perfeitamente misericordioso Ele é também perfeitamente justo. A salvação vem tanto pela misericórdia perfeita quanto pela justiça perfeita.
    • Para satisfazer a lei da misericórdia, Jesus Cristo se ofereceu para pagar—ou expiar—por nossos pecados. Como pecadores, nenhum de nós é digno de voltar à presença de Deus. Jesus Cristo expiou as nossas fraquezas. Na Sua misericórdia infinita, Ele fez com que fosse possível para nós retornarmos à presença de Deus mesmo com nossas imperfeições, se nos arrependermos e tivermos fé nEle.
    • Para satisfazer a lei da justiça, no entanto, Deus não nos livra de nossa responsabilidade pessoal. Como um Deus justo, o nosso Pai requer que façamos tudo que pudermos—mesmo sendo insuficiente—para alcançar o nosso real potencial. Deus não seria justo se permitisse que Seu filho pagasse por nossos pecados sem requerer que nós fizéssemos o nosso melhor para evitar o pecado em primeiro lugar.
  • Embora os mórmons acreditem que Deus abençoará aqueles que se esforçam para guardar os Seus mandamentos, estas bênçãos nem sempre vêm nessa vida, e quando de fato vêm geralmente são espirituais em vez de materiais. Conheço muitos membros fiéis da igreja que têm vidas difíceis. A sua dedicação em guardar os mandamentos de Deus nem sempre faz leves os seus fardos físicos, mas esta dedicação dá sim a força espiritual para agüentar as dificuldades desta vida e a esperança de uma recompensa eterna na vida vindoura.
Com esse pano de fundo, exploraremos alguns dos mandamentos que Deus tem revelado através de Seus profetas e apóstolos antigos e modernos.

A Palavra de Sabedoria

Na primeira metade do século XIX, muitos mórmons mastigavam tabaco, inclusive o profeta Joseph Smith. Emma Smith, a esposa de Joseph, reparou que palestras sobre Cristo e Seu evangelho eram freqüentemente interrompidas quando os membros da igreja paravam para cuspir tabaco no chão. Ela questionou a prática —especialmente porque era ela que limpava— e então sugeriu que Joseph pedisse mais instruções a Deus. O que seguiu foi uma revelação chamada pelos Mórmons de "a Palavra de Sabedoria".

Embora inicialmente dada por Deus como apenas um conselho—talvez para dar aos membros da igreja tempo para vencer vícios difíceis—Deus depois fez com que a Palavra de Sabedoria se tornasse um mandamento e a aumentou quando necessário. A Palavra de Sabedoria diz que membros da igreja devem evitar substâncias viciadoras. Especificamente, menciona:
  • Tabaco, inclusive cigarros e tabaco de mastigar.
  • "Bebidas fortes", significando bebidas com álcool.
  • "Bebidas quentes", significando café e chá preto.
  • Carne em excesso.
  • Drogas.
Além disso, a Palavra de Sabedoria também incentiva os membros da igreja a comer ervas, frutas e grãos.

Deus promete bênçãos físicas e espirituais aos que seguem esta Palavra de Sabedoria. Embora não conhecidos pelos membros da igreja no século XIX, a ciência tem comprovado os benefícios físicos de muitos das recomendações da Palavra de Sabedoria. De fato, estudos epidemiológicos indicam que os Mórmons nos Estados Unidos vivem, na média, alguns anos mais do que seus compatriotas. A Palavra de Sabedoria também traz bênçãos espirituais; com a mente livre de vícios, a influência do Espírito Santo pode ser sentida com maior facilidade.

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Jejum

O jejum, praticado desde os tempos do Velho Testamento, é voluntariamente deixar de comer e beber com o propósito de se aproximar mais de Deus. Embora os membros da igreja sejam livres para jejuar em qualquer momento em que precisem de força espiritual, o primeiro domingo de cada mês é designado como o "domingo de jejum". Neste dia:
  • Membros da igreja se abstêm de duas refeições consecutivas, doando o dinheiro que teriam gastado na comida, ou mais se suas condições financeiras permitem, a programas da igreja que cuidam dos pobres. Esta contribuição aos pobres se chama "oferta de jejum".
  • Jejum é acompanhado por oração na qual membros da igreja pedem força e/ou agradecem a Deus pelas bênçãos recebidas.
  • Neste primeiro domingo, os membros da igreja também têm a oportunidade de declarar a sua fé em frente da congregação local se assim quiserem, uma prática chamada "prestar testemunho".
Scriptures(Escrituras: Jejum)

Dízimo

Na primeira metade do século XIX, mórmons adotaram um sistema econômico comunal chamado de "a Ordem Unida". Membros da igreja davam tudo que ganhavam à igreja e a igreja então redistribuía estes ganhos de acordo com as necessidades de cada membro. Alguns destes primeiros mórmons, no entanto, faltando a dedicação requerida, resistiam este sistema. Deus, reconhecendo que a igreja não estava preparada para esta lei maior, mandou que adotássemos o capitalismo. Em lugar da Ordem Unida, Deus estabeleceu os mandamentos gêmeos de dízimo, feito para cuidar das necessidades financeiras da igreja, e o programa de ofertas de jejum (descrito em cima), feito para cuidar das necessidades financeiras dos pobres.

Dízimo (10% daquilo que se ganha) é uma oferta financeira dada a Deus através da igreja. Como muitos dos mandamentos de Deus, a prática originou na época do Velho Testamento. O dízimo é usado para construir capelas e templos, para bancar o programa missionário da igreja e em geral para edificar e fortalecer o que mórmons consideram ser o reino de Deus na terra.
Scriptures(Escrituras: Dízimo)
Uma característica distinta da igreja SUD é que o dízimo não é usado para pagar "o salário do pastor". Com poucas exceções, membros do clérigo SUD não são remunerados. O clérigo mórmon é composto de membros da igreja que doam o seu tempo sem cobrar nada, na esperança de fortalecer a igreja que amam. Em vez de pagar os salários de membros do clérigo, o dízimo é usado para propósitos que beneficiam a comunidade mórmon em geral, em harmonia com a filosofia original da "Ordem Unida" do século XIX.

Freqüentar a Igreja

Deus mandou que Seus filhos se reunissem freqüentemente; congregações mórmons se reúnem uma vez por semana, no domingo. Freqüentar a igreja regularmente traz bênçãos que não são possíveis quando membros da igreja adoram só em casa.
  • O sacramento, uma ordenança sagrada chamada por algumas religiões de "a ceia do Senhor", é administrado às congregações mórmons durante as reuniões semanais. O sacramento serve para renovar as promessas batismais; membros da igreja recebem a influência do espírito de Deus ao se comprometerem a lembrar do sacrifício de Cristo, tomar sobre si o Seu nome e guardar os Seus mandamentos. Renovar estas promessas sagradas com freqüência traz contínua força espiritual.
  • Já que a igreja SUD não tem um clérigo remunerado, membros da igreja voluntariamente aceitam várias responsabilidades eclesiásticas, ou "chamados". Ao cumprir os seus chamados, mórmons servem tanto a Deus quanto aos irmãos. Este serviço traz força espiritual e ajuda-os a sentir que são uma parte, mesmo pequena, da grande obra de Deus nestes últimos dias. Ao servir a Deus e aos Seus filhos, nosso amor por eles aumenta de maneira que não seria possível se ficássemos em casa todo domingo.
  • Embora Deus certamente possa comunicar conosco diretamente, Ele freqüentemente escolhe ensinar-nos por meio de outros. Ao freqüentar a igreja regularmente, os mórmons beneficiam-se de introspecções, entendimento e sentimentos dos outros membros da igreja. Além disso, o senso de comunidade que é adquirido ao freqüentar regularmente a igreja muitas vezes ajuda os membros a manter a sua fé mesmo em tempos difíceis.
  • O corre-corre constante da vida moderna muitas vezes embaça as nossas mentes com as preocupações do mundo, fazendo com que percamos a nossa ênfase em Cristo e no Seu evangelho. Embora membros da igreja sejam incentivados a reservar tempo para orar e estudar as escrituras em casa, reuniões semanais da igreja também são cruciais para lembrar-nos daquilo que é realmente importante na vida.
Mormon fellowship Alguns fazem o erro de ver a igreja como se fosse um clube religioso social. Quando amizades chaves enfraquecem ou irritações sociais aparecem, eles deixam de freqüentar a igreja. Em vez de freqüentar a igreja por razões sociais, devemos freqüentá-la por causa de nosso desejo de adorar a Deus e de nos fortalecer espiritualmente. Independente de quão chato é fulano de tal—qual congregação de qualquer denominação não tem um membro chato ou outro?—Deus mandou que fôssemos membros ativos da igreja e nosso amor por Ele deve nos incentivar a obedecer este mandamento. No fim, o Senhor nos julgará baseado em nossa dedicação individual. Duvido que Ele aceite desculpas como aquelas em que procuramos culpar os hábitos irritantes dos outros ou o fim de uma amizade como uma explicação a nossa inatividade. Tendo dito isso, no entanto, saiba que os mórmons são conhecidos por ser um povo muito amigável. Embora quaisquer benefícios sociais que vêm de freqüentar a igreja devam ser secundários ao desejo de adorar a Deus, as amizades maravilhosas freqüentemente formadas entre os membros da igreja são tanto gratificantes quanto promovedoras de fé.
Scriptures(Escrituras: Freqüentar a Igreja)

Os Mórmons se Opõem à Fornicação e ao Adultério

Os mórmons acreditam que relações íntimas antes do casamento, inclusive sexo (fornicação), toques, masturbação e pornografia, são contrários à vontade de Deus. Da mesma forma, ter relações íntimas com alguém além do cônjuge depois do casamento (adultério) é também considerado um pecado sério. Ao usar o nosso livre arbítrio—a nossa habilidade de escolher entre o certo e o errado—para escolher nos entregarmos somente àquela pessoa com quem estamos preparados a assumir um compromisso completo e marital, mostramos o nosso amor para com Deus e para com o nosso cônjuge (futuro). Gosto de pensar que este "compromisso com compromisso" faz os mórmons um povo particularmente romântico!
Scriptures(Escrituras: Fornicação e Adultério)
Para proteger contra a imoralidade, a igreja SUD aconselha os seus membros a esperarem até completar 16 anos de idade antes de namorar, uma idade em que a maioria tem a maturidade de fazer decisões sábias. Encontros em grupo são preferidos durante os primeiros anos de namoro. Como jovens adultos, os mórmons começam a pensar em casamento e o namoro em casal se torna mais comum. Durante esta época de namoro em casal a tentação naturalmente aumenta; namorados mórmons recebem conselho de seus líderes eclesiásticos para fortalecer a sua dedicação de esperar até depois do casamento.

Como é o caso com quase todos os pecados, mórmons acreditam que pode arrepender-se de fornicação ou adultério graças ao sacrifício expiatório de Cristo. Membros da igreja que já fornicaram ou adulteraram, mas que já andaram o caminho muitas vezes árduo do arrependimento podem gozar de todos os benefícios de ser membro da igreja. Este princípio de arrependimento é particularmente importante para os que querem se converter ao mormonismo, muitos de quais nunca apreciaram a importância da castidade antes de terem encontrado a igreja e seus ensinamentos. Tais conversos também podem gozar de todas as bênçãos de ser membros da igreja.
 

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